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O erro silencioso que faz líderes inteligentes tomarem decisões ruins

Bernardo Góis
Bernardo Góis
04 fev 2026 às 17:43
Última atualização: 04 fev 2026
4 min leitura
04 fev 2026 às 17:43
4 min leitura
Última atualização: 04 fev 2026
O erro silencioso que faz líderes inteligentes tomarem decisões ruins

Créditos: Adobe Stock

Decidir bem, em níveis altos de responsabilidade, não é repetir o que funcionou. É reconhecer quando aquilo que sempre funcionou já não se aplica

Em posições de liderança, errar raramente vem de falta de capacidade. Pelo contrário. Muitos erros graves nascem justamente em líderes experientes, competentes e bem-intencionados. O problema não está na inteligência. Está em um padrão mental pouco questionado.

Esse erro silencioso é confundir experiência acumulada com leitura atual da realidade.

Quando isso acontece, decisões passam a parecer óbvias demais. E o óbvio costuma ser perigoso.

Quando a experiência vira atalho

A experiência acelera o julgamento. O líder já viu situações parecidas, reconhece sinais, antecipa movimentos. Isso é valioso. O risco surge quando o cérebro começa a completar o cenário antes que ele esteja realmente claro.

A decisão acontece rápido demais. Com base em padrões antigos. Em soluções que funcionaram antes. Em contextos que já não existem do mesmo jeito.

O líder não decide mal por descuido. Decide mal por excesso de familiaridade.

Comportamento, impacto, resultado

O comportamento é decidir cedo demais. O impacto é cognitivo: simplificação excessiva, escuta seletiva, pouca abertura para sinais novos. O resultado aparece em decisões coerentes no discurso, mas frágeis na prática.

A equipe percebe quando algo não encaixa, mas hesita em questionar. Afinal, o líder “já passou por isso”. O erro se consolida não por imposição, mas por deferência.

O custo aparece depois, quando a decisão precisa ser corrigida em um estágio mais caro.

A armadilha pouco discutida

Existe uma armadilha comum em líderes inteligentes: confiar demais no próprio repertório. A mente busca eficiência, não precisão. Ela prefere reconhecer padrões a investigar diferenças.

Daniel Kahneman descreve como o cérebro substitui perguntas difíceis por perguntas fáceis. Em vez de “o que está realmente acontecendo aqui?”, surge “com o que isso se parece?”.

A virada acontece quando o líder percebe que contexto parecido não é contexto igual. E que pequenas diferenças mudam completamente a decisão correta.

Por que o erro passa despercebido

Esse tipo de erro é silencioso porque não parece erro. Parece convicção. Parece segurança. Parece liderança.

Não há conflito explícito. Não há alerta imediato. O problema se instala de forma elegante, lógica, defensável.

Quando o impacto aparece, a decisão já ganhou inércia. Voltar atrás custa mais do que teria custado desacelerar no início.

Como líderes eficazes quebram esse padrão

Líderes eficazes não descartam a experiência. Eles a suspendem temporariamente.

Na prática, isso significa fazer perguntas que forçam o cérebro a sair do automático. O que mudou desde a última vez? O que aqui é diferente? Que informação estou ignorando porque ela não combina com o padrão conhecido?

Eles também criam espaço para discordância qualificada. Incentivam o time a apontar o que não encaixa. Não como oposição, mas como proteção à decisão.

Outro ponto essencial é tolerar a dúvida inicial. Decidir um pouco mais tarde, mas melhor, costuma sair mais barato do que decidir rápido e corrigir depois.

O efeito no time

Quando o líder demonstra abertura para revisar o próprio julgamento, o time se engaja mais. As pessoas trazem nuances, dados incômodos, percepções fora do padrão.

Isso não enfraquece a liderança. Fortalece. Porque sinaliza que a decisão não depende apenas de autoridade, mas de critério.

O ambiente fica mais inteligente, não mais lento.

O que fica no longo prazo

Experiência é ativo. Mas só quando não vira piloto automático.

No fim, líderes inteligentes erram menos quando desconfiam um pouco mais das próprias certezas. Não porque sabem menos, mas porque sabem que o mundo muda mais rápido do que os padrões internos.

Decidir bem, em níveis altos de responsabilidade, não é repetir o que funcionou. É reconhecer quando aquilo que sempre funcionou já não se aplica.

E esse reconhecimento exige algo raro em líderes experientes: pausa antes da convicção.

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