Entre a descoberta da roda e a era do compartilhamento, os adornos, paramentos e seres mudaram, mas as colunas que sustentam o mundo seguem as mesmas. As leis que o regem manifestam-se sob a luz de diferentes prismas, refletindo ordem e razão. Todo o fluxo de movimentos passa por uma única via, a Tomada de Decisão. Jogar os dados e rezar está fora de cogitação para a tomada de decisão racional. Decidir entre ir à frente, estagnar ou retroceder é um movimento que, se exercido empiricamente, sela um ciclo virtuoso, ou não, a toda organização. Que ferramentas utilizar para ter efetividade no processo de tomada de decisão? A humanidade tem a necessidade de medir, em geral, para comparar sua evolução.A Régua, cumpre este papel efetivamente. Esta ferramenta lembra que tudo tem inicio e fim. Se inserida em um plano horizontal, vê-se o dia e suas vinte e quatro horas, as quatro estações, a virada dos anos e assim por diante. Esta mesma régua, inclinada em um plano vertical, pode evidenciar distância, temperatura, renda, entre outras grandezas. A Régua nos induz a corrigirmos as asperezas que impedem de manter firmemente a nossa missão, através de medições. A segunda ferramenta deste processo é a Prancheta, o plano onde o trabalho da Régua se manifesta. Cruzando dois eixos de medição e teremos a relação produção/hora, vendas/mês, capacitações/ano, entre tantas outras combinações, que servem de embasamento analítico para a tomada de decisão. A combinação destas duas ferramentas resulta em uma matriz de decisão, fundamentada na ordem e na razão. No entanto, uma terceira ferramenta consolidará o processo: Pergunte-se o Porque! Porque o % de taxa de conversão de vendas aumentou, ou não, porque o % de satisfação do cliente subiu, ou não, porque meus custos de produção reduziram, ou não, porque, porque, porque… A resposta para toda análise é consolidada até o 5º Porque de cada indicador. Colunas gravadas, que proporcionarão o conhecimento necessário para tomar a decisão mais assertiva, além de aproximar a gestão do consumidor final, retroalimentando ciclos de melhoria a agregar.