Parcerias de Negócios como Gestão Estratégica

“A Parceria de Negócio visa um fortalecimento da organização e o desenvolvimento de um sistema de cooperação entre práticas estratégicas para o crescimento junto a um mercado comum. “

Empresas unem-se para ampliar seu acesso ao mercado almejado e com isso abrem a porta para as negociações de parcerias. A troca de espaço, de produtos, a cooperação para as carteiras de clientes, visando os benefícios e a redução de custos na elaboração e desenvolvimento dos processos.

O Mercado hoje não tem mais fronteiras a tecnologia permitiu que essas barreiras fossem quebradas, hoje empresas de diferentes setores e países criam parcerias entre si. Ampliando o fluxo do mercado atingido e aumentando a rentabilidade dessas empresas.

Mas o que seria uma parceria de negócios?

A palavra parceria remete-se a uma reunião de indivíduos para alcançar um objetivo comum, trata-se de uma espécie de sociedade. Onde troca-se métodos e estratégias de gestão junto aos negócios.

No mercado isso é como as crianças na escola uma tem o fogão, outra tem a panelinha, outras tem os copinhos, juntas as meninas conseguem montar sua pequena cozinha e brincar de chá da tarde. No mundo dos negócios a linha segue esse raciocínio, as empresas unem seus potenciais e seus benefícios de forma a se fortalecerem como parceiras e ampliarem o acesso aos mercados. Muitas vezes o que uma empresa tem sozinha não é suficiente para atrair a atenção e angariar o consumo do cliente, para se ganhar essa nova característica requer-se investimentos, contatos, e muitas vezes as empresas não dispõem, então surge a necessidade de conquistar um parceiro que tenha a ferramenta e possa a abrir esse mercado para você. Onde é aí que surge a definição do termo parcerias de negócios, unimos nossas qualidades e estratégias num único foco e assim entramos no rumo a conquista do nosso mercado e também abrimos a porta para outros novos.

Partindo dessa premissa precisamos entender que não se trata de criar necessariamente uma nova empresa, ao se trabalhar com parcerias você une os interesses, mas a gestão das organizações e seus contratos continuam distintos entre si.

As empresas ao pensarem em focar em parceria podem avaliar se unirá as necessidades em um mesmo contrato, ou apenas desenvolverão a troca de informações e técnicas dentro do projeto específico, como podem fazer uma união formal dos interesses, onde as gestões podem interferir uma na da outra, uma vez que a sociedade se forme.

A uma série de pontos dentro desse tipo de gestão que deve ser avaliado, já que uma parceria bem-sucedida abrirá portas e aumentará os lucros de ambas as partes, no entanto o processo contrário também pode trazer efeitos catastróficos. Que muitas vezes pode levar a ruina ambas as empresas.

A questão principal é como formar parcerias?

Uma das maneiras de se criar parcerias de acordo com Direito Brasileiro é fazendo uso das chamadas Joint Ventures, que podem ser definidas como mecanismos de cooperação entre empresas, não apresentando formas específicas, tendo em vista a origem contratual, apresentando natureza associativa que se refere a partilha dos meios e de seus riscos.

Nesse interim os objetivos podem apresentar duração limitadas ou ilimitadas, em outros países pode ser caracterizada como “ Sociedade de Sociedades “ ou associação de empresas.

A união e compartilhamento de informações e negócios são medidas inteligentes, mas, no entanto, requerem uma gestão de riscos detalhada, afinal são inúmeros pontos a se avaliar e quantificar, assim gerir uma parceria de negócios exige um estudo rigoroso por parte de ambos parceiros quanto ao estudo de mercado, apontamentos financeiros e clientes, estes são a ponta mais instável nessa análise, pois o consumidor hoje é consciente do seu papel , do seu poder de compra e não aceita qualquer coisa, dessa forma compreender esse estudo estabelecerá as regras do jogo a fim de que ambos possam crescer e lucrar dentro dessa parceria.

Uma orientação jurídica é de suma importância para medidas como essa, já que caberá área a responsabilidade de assegurar que todas as cláusulas e normas estabelecidas na negociação possam garantir todos dos interesses da empresa.

Essa é uma forte tendência no mercado, e para as pequenas e médias empresas traz muitos retornos.

Administrar uma empresa hoje dentro da realidade financeira enfrentada no Brasil tem sido como andar sob a corda bamba, por isso avaliar medidas como essa pode fazer a diferença na saúde e na rentabilidade das empresas.

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