A contabilidade, mais do que uma ciência, sempre foi uma visceral expressão da necessidade dos homens diante das inúmeras adversidades que surgiram no transcorrer de sua história. Prova disso, são os registros datados à época do homem primitivo – onde se praticava uma Contabilidade rudimentar para o controle, por intermédio da contagem, de seus instrumentos de caça, além da quantidade de seu rebanho. Muitos são aqueles que, dedicados profundamente aos estudos das Ciências Contábeis, elegem Vincenzo Masi como aquele que melhor definiu e amparou intelectualmente, o elenco de diversos fatores que contribuem para o pleno entendimento da Contabilidade, propriamente dita. E sobre as inúmeras escolas do pensamento contábil, duas são de inquestionável e unânime importância na formação da Contabilidade moderna: a escola estadunidense do século XIX, além da escola europeia Patrimonialista. Finalmente, podemos fundamentar, inquestionavelmente, que a Contabilidade sempre se impactou com as intempéries e dificuldades que a humanidade encontrou diante de seus caminhos escolhidos. Organizar e facilitar, estes seriam dois verbos que resumiriam eficientemente a importância da Contabilidade para o constante e ininterrupto processo civilizatório, visto que acima de tudo, a prática contábil é o alicerce que equilibra e o pavimento que sustenta o sonho de progresso encontrado em todos os homens.