O mercado não está para peixe! Ops, será que é assim o ditado? Claro que não, o certo seria “o mar não está para peixe”, fazendo alusão às dificuldades que estamos passando neste momento no país. Mas o mercado está para peixe, para pescadores e, sem contar mentira, está para as mulheres.
Existem várias razões para as mulheres se destacarem em diversos segmentos do mercado, mesmo com tanta disparidade de salários e preconceitos diversos, que vão do racial e econômico ao de gênero e etário.
Em todos os espaços a mulher dá um baile, seja pela busca de independência, seja pela organização e planejamento doméstico e familiar.
Mas existe um espaço que está sendo desenhado para elas de forma muito rápida e crescente e que tem trazido, inclusive, profissionais bem-sucedidas, mas nem tão felizes a migrarem e fazerem transição de carreira: o mercado do empreendedorismo digital.
Falamos desse mercado como o padre reza a missa, pois o que não nos falta é experiência de sobra nesses quesitos. Eu mesma fiz essa transição há alguns anos, fui pioneira no marketing digital, quando as pessoas sequer sabiam o que era Facebook.
Desde então, tenho ajudado muitas mulheres a se empoderarem e procurarem uma profissão rentável ou migrarem para outras possibilidades.
Um mercado em expansão depois da pandemia, quando as pessoas descobriram a importância das redes sociais, do trabalho remoto, das compras sem sair de casa. E para suportar toda essa movimentação de milhões de reais por dia, surge uma nova categoria de profissionais, os estrategistas digitais, os social media, que quando fazem seu trabalho da forma correta, podem ganhar qualidade de vida, conforto, bem-estar e até bastante dinheiro.
De acordo com um levantamento feito pela Nuvemshop, plataforma de e-commerce líder na América Latina, “no mundo dos negócios, 65% das mulheres empreendem sozinhas no online, enquanto 66% lideram pequenas e médias empresas no Brasil.”
Muitas histórias de mudanças surgiram na pandemia. Deixar 20 anos de profissão estável e culturalmente adequada deu um frio na barriga de Fernanda Guimarães, que também deixou a Odontologia para empreender no mundo digital. Fácil não é, são várias as tomadas de decisão que podem impactar a vida da família. Mas, cercada de toda a sua experiência em Gestão, conheceu os cursos da Like Mkt e se jogou de cabeça, naquilo que já era uma ideia se formando: “Fechei um ciclo e iniciei novas possibilidades de negócios, com muita clareza das possibilidades. Estou num novo momento e não tenho tempo a perder”, esclarece Fernanda.
O que começou como um estudo de ferramentas para incrementar seu consultório, aplicando muito conhecimento na área e transformando seu dia a dia num grande laboratório de pesquisas, acabou por exercer influência em sua vida profissional, quando passou a pensar que o marketing digital poderia ser a sua primeira opção.
A Isabella trabalhava na área de Administração e RH e não tinha tempo para os filhos nem sobrava dinheiro para as contas. Trabalhou com uma amiga que trabalhava com endomarketing e lhe apresentou um curso da Like Marketing, e em menos de dois anos sua vida está de um jeito que ela nem sonhava: mais de 100 clientes e 30 funcionários, agência física e crescendo a cada dia.
O marketing digital proporciona essas mudanças e oportunidades para qualquer pessoa que está pensando em mudar de carreira ou que não tenha uma definida. Usando uma metodologia eficaz e organizando os conhecimentos, é uma profissão nova, que está se configurando e vai trazer muitas adequações, mudanças e resultados.
Assim têm feito centenas de mulheres, que por diversas razões escolhem empreender no digital; uma delas é que somos as campeãs do terceiro turno, quando as tarefas domésticas ainda estão sob nossa responsabilidade.
E, por último, por uma questão muito forte e simples: estar mais tempo em casa, perto da família e com tranquilidade para sonhar com o futuro.
(Imagem: iStockPhoto)









Bruno Perin
Tami Saito

Alessandro Almeida
Aline Rizzo
Marco Antonio Spinelli
Janguiê Diniz

Raquel Torres
Armando Lourenzo









