O conteúdo é o elemento de “descommoditização” desse produto, pois providencia uma conexão emocional com o consumidor
Commodities, de acordo com a Wikipédia, é um termo que corresponde a produtos básicos globais não industrializados. Ou seja, matérias-primas que não se diferem independentemente de quem as produziu ou de sua origem, sendo seu preço uniformemente determinado pela oferta e procura internacional.
Porém, quando estendemos esse conceito para produtos e serviços, commodities são itens altamente ofertados no mercado e que o consumidor pode escolher de acordo com suas percepções de qualidade e preço.
É por isso que um tênis da Adidas, por exemplo, pode ser uma commodity. Uma calça jeans Levi’s pode ser uma commodity. E serviços, como os prestados por um advogado, um médico, um nutricionista, podem também ser commodities.
Isso acontece devido à vasta demanda de mercado, com cada vez mais produtos e serviços ofertados em escala global. E o consumidor pode escolher aquele vendedor de acordo com seus sentimentos e percepções relacionados à marca e à empresa.
Mas como se diferenciar diante de um mar de ofertas, que se tornou ainda mais global com o fortalecimento das redes sociais? Com a comunicação e a produção de conteúdo altamente qualificado!
Ou seja, saíram de cena os anúncios, os panfletos e outdoors, e entrou o conteúdo digital produzido de forma estratégica e bem elaborado, que mostra o produto ou serviço como o item que vai atender a todas as necessidades do consumidor. E não apenas um panfleto dizendo o que é, o que faz e qual o seu preço.
Esse conteúdo digital se torna a principal ferramenta entre o vendedor e o consumidor para que aquele consiga se relacionar, emocionar, entreter e contar histórias sobre o que está vendendo.
Assim, encaminhará o consumidor a tomar a decisão de compra.
Ou seja, por mais que o produto ou serviço seja uma commodity, comercializado e encontrado em vários locais, é o posicionamento através do conteúdo digital que irá delinear essa comunicação, mostrando o diferencial dessa commodity.
Podemos dizer ainda que o conteúdo é o elemento de “descommoditização” desse produto, pois providencia uma conexão emocional com o consumidor, o levando a fazer parte da narrativa contada.
Através do conteúdo digital, um tênis deixa de ser apenas um tênis e se torna o elo de ligação entre o protagonista (consumidor) e o veículo que o leva às suas sensações (produto).
Aliás, quando falamos em serviços, que também podem ser encarados como commodities, a percepção da qualidade e formação da percepção também acontece por meio dos canais digitais.
É nesses canais, como as redes sociais, que o consumidor pode ser altamente influenciado a tomar a decisão de contratar.
Inclusive, existe uma frase que traduz essa relação: “Se o conteúdo é bom, imagine o serviço”.
É isso que passa pelo inconsciente das pessoas e as leva a decidir comprar ou efetuar uma contratação.
E produzir um conteúdo digital envolvente, único e que crie essa conexão com o público pode levar uma marca a se tornar uma referência nacional ou global.
Portanto, o conteúdo digital não se trata de um mero acessório ou “detalhe” no marketing de um negócio.
Hoje a produção de um conteúdo digital único, original e cativante pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.









Tami Saito

Bruno Perin
Alessandro Almeida
Aline Rizzo
Marco Antonio Spinelli
Janguiê Diniz

Raquel Torres
Armando Lourenzo









