Mauricio Silva

Mauricio Silva

Sou graduado em Administração de Empresas, Faculdade UPIS- Distrito Federal, MBA em Gestão de Negocios, MBA em Gestão de Marketing e Didatica do Ensino Superior – Unicesp/Promove, Distrito Federal.
Pela Catho Educação Executiva: Especialização em Administração Estrategica, Especialização em Tendencias em Gestão Empresarial.
E mais: Administração, é mais que um trabalho, um Hobby". Áreas de atuação: Gestão de Negócios, Gestão Financeira, Gestão de Pessoas, Gestão Estratégica, Especialista em identificar tendências em Gestão Empresarial, Comportamento Organizacional, Liderança, Palestrante, Consultoria Administrativa e Financeira.


Liderança: Veja como é o processo de formação de uma equipe

Leia o Evangelho de Marcos 2. 14-17 Jesus formou a equipe mais importante já reunida. Ela foi instituida para continuar o trabalho de Cristo neste mundo (Atos dos Apóstolos 1.8-9). O Evangelista Lucas registra a continuação dessa história no livre de Atos dos Apóstolos. A igreja que conduziam espalhou-se de Jerusalém para todo o mundo ao longo de 2mil anos de história. O texto em estudo relata um evento aparentemente insignificante – o chamado de Mateus. Mas ao escolher Mateus Jesus demonstrou dois princípios importantes para a formação de equipe. Primeiro, ele recrutou pessoas especificas por razões especificas. As equipes são formadas por jogadores. Cada jogador tem sua posição. Espera-se deles que contribuam com algo bem-feito. O ideal é que trabalhem melhor que qualquer outro jogador da equipe. em segundo lugar, Jesus recrutou um jogador “estranho”. Começou com um grupo de galileus – trabalhadores, a maioria pescadores, todos com formação judaica. Então, inexplicavelmente, acrescentou Mateus ao grupo, um cobrador de impostos, um publicano odiado. Jesus também escolheu Simão o Zelote, que nos espectropolítico, estava no extremo oosto de Mateus. Jesus ensinou os membros de sua equipe a compreender, valorizar e amar uns aos outros. Jesus montou sua equipe em uma unidade bem ajustada. Mas eles foram rerutados com base nos pontos fortes de cada um. Ele recrutou homens capazes de auxiliar os outros menbros da equipe e de contribuir para os objetivos gerais do grupo. As equipes, por natureza, exigem especialistas. E os especialistas muitas vezes diferem quanto à personalidade e à perspectiva. Os membros da equipe combinam seus pontos fortes a fim de contribuir para o crescimento e a transformação do mundo à sua volta. Pode ser difícil treinar uma equipe muito diversificada. Mas treinar um Leão é mais emicionante que dar comida a peixinhos dourados.

Os novos paradigmas da Administração, segundo Peter Drucker!

Premissas básicas sobre a realidade As premissas básicas sobre a realidade são os paradigmas de ciências sociais como a administração. No entanto, são essas premissas que determinam, de modo geral, o que a disciplina – os eruditos, escritores, professores e profissionais – entende como realidade. De modo geral, as premissas também determinam o que não está sendo considerado na disciplina ou que está sendo posto de lado como “exceção importuna”. Decidem o que, em uma dada disciplina, é objeto de atenção e o que é negligenciado ou ignorado. No entanto, a despeito de sua importância, as premissas raramente são analisadas, estudadas, desafiadas – e, de fato, raramente são, ao menos, explicitadas. Para a disciplina social como a administração, as premissas são, na realidade, muito mais importante do que os paradigmas para uma ciência natural. O paradigma – isto é, a teoria geral preponderante – não causa impacto sobre o universo natural. Quer o paradigma afirme que o Sol gira ao redor da Terra ou que, ao contrário, a Terra gira ao redor do Sol, isto não terá nenhum efeito sobre o Sol ou sobre a Terra. E a ciência natural trata do comportamento dos objetos. Uma disciplina social como a administração, porém, trata do comportamento de pessoas e de instituições humanas. Os profissionais tendem a agir e a se comportar de modo como as premissas da disciplina dizem que devem fazê-lo. Mais importante ainda, a realidade de uma ciência natural, o universo físico e suas leis, não muda (ou caso mude, a mudança ocorre ao longo de um éon não de um século e muito menos de décadas). O universo social não têm “leis naturais” dessa espécie. Portanto está sujeita a mudança contínua. Isso quer dizer que as premissas que eram válidas ontem, podem torna-se inválidas e, de fato, totalmente ilusórias, em curto espaço de tempo. Desde o início do estudo da administração na década de 1930, dois conjuntos de premissas referentes às realidades da administração foram sustentados por grande parte dos eruditos, escritores e profissionais. Um conjunto de premissas fundamenta a disciplina da administração: 1- Administração é administração de empresas 2- Há – ou deveria haver – uma estrutura organizacional correta. 3- Há – ou deveria haver – uma maneira correta de administrar pessoas. Outro conjunto de premissas fundamenta a prática da administração: 1- Tecnologias, mercados e usuários finais são dados. 2- O escopo da administração pode ser definido legalmente. 3- Administração é totalmente focada. 4- A economia como é definida pelas fronteiras nacionais é a “ecologia” do empreendimento e da administração. Fonte: O melhor de Peter Drucker – O Homem, A Administração e A Sociedade.

O Peter Drucker Estratégico

Na opinião de Drucker, as organizações que quisessem ter acesso a novos mercados ou tecnologias deveriam buscar alianças estratégias por meio de parcerias, joint ventures ou participações minoritárias, evitando aquisições de companhias: “Essas entidades, em vez do modelo tradicional de empresas de participação e de subsidiárias integrais, se transformam casa vez mais em modelos de crescimento, sobretudo na economia global. O foco é crescer por meio de alianças estratégicas. O Drucker estratégico A estratégia começa com perguntas básicas”qual e o nosso negócio?”. “Os objetivos devem ser definidos com base em “qual é, qual será e qual deve ser o nosso negócio?”, explicou Peter Drucker. Ele também afirmou: “Definir o propósito e a missão do negócio é difícil, doloroso e arriscado. Mas só assim a empresa estabelece objetivos, desenvolve estratégias, concentra recursos e parte para a ação. Só dessa maneira ela pode ser gerenciada tendo o desempenho como foco”. “A estrutura segue a estratégia, que por sua vez determina as atividades-chave da companhia. a elaboração da estratégia requer que se defina qual é e qual deve ser o nosso negócio.” Drucker também explicou que a “estrutura certa não garante resultados.”. No entanto, a estrutura inadequada impissibilitará que os objetivos do empreendimento sejam alcançados. A estrutura organizacional “deve enfatizar resultados verdadeiramente significativos, ou seja, resultados relevantes para o conceito, as prioridades, as oportunidades e a excelência da companhia”. Fonte: A cabeça de Drucker;
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