VULNERABILIDADES DE CONSELHOS TUTELARES

O presente artigo expõe de forma clara e objetiva, a atual realidade das relações existentes entre os Conselhos Tutelares e os órgãos públicos de apoio municipal, de justiça e de segurança. Embasado em uma pesquisa feita durante o Congresso Nacional de Conselheiros Tutelares em 2008, e na nossa experiência como Conselheira Tutelar por dois mandatos consecutivos, tivemos a oportunidade de mapear e mensurar as vulnerabilidades que ameaçam o desempenho e a eficácia dos atendimentos dos Conselheiros, bem como as dificuldades enfrentadas pelos mesmos, que vão desde falta de estrutura físicas e equipamentos, até a falta de um melhor reconhecimento pela sociedade e governo, da sua real atribuição e importância no contexto criança e adolescente. A valorização, o reconhecimento, a regulamentação profissional nivelando todo o país por parte dos òrgãos competentes, irão nortear e decidirão o futuro deste movimento que começou em 1990 já com uma proposta avaçada e reconhecida mundialmente. Apesar de novo o Estatuto da Criança e Adolescente precisa ser mais divulgado, para que todas as pessoas conheçam seus limites e deveres, sem negarem ou negligenciarem a autoridade de pais e responsáveis. A forma sensacionalista explorando a violência contra a criança e adolescente não deveria ser usado para promoção das mídias. Devemos sim exigir uma divulgação maior, para revelar à população brasileira e ao mundo que, no Brasil a criança e o adolescente também são cidadãos.

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    CIBELY DIAS

    ADMINISTRADORA ESPECIALISTA EM GESTÃO PÚBLICA

    cibelycursage@bol.com.br

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