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Resenha sobre o artigo: Rumo à Independência

Texto sobre a atual imagem do Brasil no cenário Internacional, seus anseios e prioridades para que seja respeitado como potência emergente, país em desenvolvimento e uma das maiores economias globais. Relação entre investimentos na Segurança Nacional e Internacional e o status que deve ocupar.

Rumo à Independência

Em um momento em que o Brasil ocupa uma importante imagem no cenário mundial, demonstrando capacidades relevantes e conquistando prestígio na comunidade internacional, o Estado reflete sobre a possibilidade de projetar-se como importante ator nas relações internacionais sem possuir poder bélico considerável.

Sabe-se que as grandes potências sempre desejam aliados que possuam prestígio e principalmente estrutura, com quem possam realizar futuras necessárias ou convenientes parcerias. Neste sentido o nosso país infelizmente ainda deixa muito a desejar, porém, tendo em vista o espaço que vem conquistando, tem demonstrado sua preocupação em aumentar e melhorar o poderio das suas Forças Armadas.

Para tal conquista, o Brasil soube identificar sua deficiência tecnológica e encontrou um importante aliado para construir a estrutura militar que necessita. Em parceria com o governo francês, busca construir armamentos que melhorem suas frotas e que além de aumentar em quantidade, visam aumentar os potenciais do país, investindo em armamento militar.

O Brasil teve a oferta de uma parceria com a Alemanha, mas pouco lhe pareceu conveniente, pelo motivo de que a mesma não poderia oferecer tecnologia nuclear, tendo em vista as obrigações impostas a este país ao final da II Guerra Mundial. Sendo assim, teve a França como aliada. Especialistas indagam sobre o investimento e preferência pela menor quantidade de aquisição no volume de armamentos, mas maior investimento em armamentos nucleares. Talvez fosse mais importante – e nisto há muita lógica – aumentar a frota e melhor distribuí-la ao invés de centralizar os investimentos em poucos, mas potentes armamentos.

O fato é que a consciência de que há a necessidade de importação e investimento em tecnologias está presente nas prioridades do governo, no que diz respeito à Estratégia Nacional de Defesa. O investimento nas Forças Armadas é necessário, e, inclusive, como exemplo de países como os Estados Unidos, pode fomentar os estudos científicos e trazer vários benefícios a sociedade, além de segurança.

É conhecido o fato que os militares, em todo lugar que possuem suficiente apoio financeiro e tecnológico, desenvolvem grandes e importantes equipamentos das mais variadas utilidades. A capacidade de produção tecnológica das forças armadas de um país possibilita o crescimento inclusive da indústria nacional, e de seus mais variados benefícios, sendo assim uma fonte de impulso para um país em variados campos de atuação.

O retorno visível dos investimentos suscita a confiança da população em geral nos investimentos do governo em forças militares, fomentando assim a consciência não apenas do governo, mas também do povo, de que para sermos respeitados e termos bons parceiros no cenário internacional, precisamos ter uma estrutura militar considerável. Observando ainda que o Brasil tem um enorme potencial nuclear, através das reservas de urânio, parece se tornar ainda mais simples a produção destas tecnologias além da possibilidade de investir neste bem para outros benefícios, como por exemplo a criação de usinas de energia, melhora de técnicas agrícolas e até mesmo a área da saúde.

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    Henrique Klein

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