Os Operadores Logísticos e a Negociação de Mão Única

A negociação é uma das mais imprescindíveis ferramentas de negócio, pois é quando se necessita ser ético, conciso e harmônico nas argumentações para que no final tenha-se um acordo que satisfaça os interesses de ambos os envolvidos, o que muitas vezes não é fácil. Principalmente, quando do outro lado da mesa o interlocutor não quer deixar seus propósitos por outros às vezes mais equilibrados, que favoreça igualmente ambas as partes. Experiências que uma pequena transportadora de cargas teve em negociação de frete com duas importantes empresas logísticas demonstraram que de certa forma estas surgiram, claro, para favorecer grandes corporações que terceirizam estoque ou distribuição ou ambos, para se dedicarem exclusivamente às suas funções básicas: produzir e vender. Mas, por outro lado, estes operadores logísticos que não contam com frota própria, têm provocado no setor de transporte um controle de preços de frete às vezes beirando ao unilateralismo e num verdadeiro processo de ganha-perde, haja vista a grande oferta de serviço, seja por transportadoras institucionalizadas ou por motoristas autônomos que crescem a cada dia. Neste momento, é importante ao transportador em geral saber negociar e ter preços competitivos, não deixando de acompanhar sua planilha de custos para não correr o risco de comprometer a sua sobrevivência. É importante, principalmente no transporte de carga fracionada, ter uma carteira de clientes o maior possível e evitar que o faturamento fique muito concentrado em poucos, pois cliente com muita carga é mais assediado pela concorrência e pode a qualquer momento mudar de transportadora.

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    luiz brito

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