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O Processo de Internacionalização de Empresas Pernambucanas à Luz do Modelo de Uppsala: Indícios de um Modelo Exógeno de Internacionalização

Este artigo busca o entendimento do processo de internacionalização de seis empresas pernambucanas à luz da teoria de Uppsala. Os achados corroboram as características preconizadas pelos teóricos da Escola Nórdica, onde o processo de internacionalização ocorre de forma não planejada, oportunista, por meio da aprendizagem incremental sobre os mercados externos e o estabelecimento de networks. Por sua vez, o início das transações internacionais com países apresentando menor distância psíquica não foi percebida em todos os casos. Foi também observada a importância de estímulos de agentes externos em todos os casos, sejam estes o governo, clientes ou concorrentes, que agem como impulsionadores e catalisadores do processo de internacionalização. Isto indica que o primeiro despertar para a internacionalização, segundo os achados, não ocorreu de forma endógena, e sim exógena e dependente, ou seja, somos comprados e não vendidos.

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    Walter Moraes

    Graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Pernambuco (1972), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (1975) e doutorado em Management Sciences - University Of Manchester Institute Of Science And Techonology (1988). Atuou como Direitor Científico da ANPAD - Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Administração (2005-2008) e Diretor Acadêmico da Faculdade Boa Viagem (2006-2009). Atualmente é Professor Titular do Curso de Administração da Univesidade Federal de PernambucoTem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração Estratégica, atuando principalmente nos seguintes temas: estratégia empresarial, estratégia de internacionalização, competição, recursos competitivos e desempenho empresarial.

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