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O contrato psicológico de trabalho: o paradoxo entre a carreira proteana e o paternalismo nas organizações

O objetivo deste artigo é examinar a inclinação dos indivíduos ao autogerenciamento de suas carreiras, ou seja, quanto de contrato proteano reside nos indivíduos. Para a consecussão desse objetivo, optou-se por investigar uma empresa de telecomunicação móvel, centrando-se nos funcionários de TI.

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    Gisele Abrahim

    Mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP, na área de concetração Organização e Recursos Humanos. Graduada em Administração pelo Centro Universitário do Pará - CESUPA.
    Na graduação atuou como consultora junior no NIEJ; foi monitora por dois anos da disciplina Política e Planejamento em Administração; bolsista também por dois anos no desenvolvimento de projetos de extensão. Como bolsista ministrou aulas sobre gestão, planejamento, marketing e plano de negócios aos agricultores familiares da Região do Baixo Tocantins e Nordeste do Estado do Pará; prestou assessoria técnica e consultoria aos empreendimentos solidários desses agricultores, sobretudo na área de gestão e planejamento.
    Na setor público exerceu cargos de chefia da Divisão de Administração e de Diretora do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Belém. É personal e professional coaching. Atualmente é professora do CESUPA e da pós-graduação da FACI e ministra as diciplinas de Empreendedorismo, Princípios de Administração, Planejamento Estratégico, Gestão com Pessoas Projeto Integrados, Gerenciamento de Projetos e metodologia.

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