voltar para Produção Acadêmica

Indicadores de Motivação nas organizações; Um enfoque Prático. VI CIC - FARN - 2006

INDICADORES DE MOTIVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES: UM ENFOQUE PRÁTICO As organizações vêm desde a década de 50 procurando alternativas de manter seus colaboradores nos seus postos de trabalho, sempre acompanhando e baseando-se em teorias pesquisadas, como: Teoria da Hierarquia das Necessidades e a Teoria dos Dois Fatores. Estas teorias têm sido de grande relevância para o engrandecimento das organizações e de grande importância ao conhecimento sobre a natureza humana. Com a globalização e a modernização das máquinas e de seus equipamentos de trabalho, tecnologia de informação (TI) e outros fatores, tornaram-se impossível para as organizações motivarem seus colaboradores com um simples abono salarial ou décimo terceiro salário. Este trabalho tem a finalidade de avaliar os Indicadores Motivacionais Remuneração & Benefícios, Carreira Profissional e Educação destacados na pesquisa de campo desenvolvida pela revista anual Guia Exame-Você S/A 2006, publicada pela Editora Abril S/A, com 502 empresas brasileiras e multinacionais atuando no Brasil, destacando-se as 150 melhores para se trabalhar. Essas informações foram obtidas de fontes secundárias através de consulta a questionários, com o objetivo de avaliar o grau de Motivação e de como manter seus colaboradores no emprego. Esses dados foram alimentados em planilhas Excel e calculados em freqüência percentual e média aritméticas, sendo possível analisar e avaliar como as empresas estão retendo seus capitais humanos. Os 03 (três) indicadores estudados neste trabalho têm por objetivo determinar o nível de comparação entre eles, medindo qual o fator que mais interfere na Motivação dos colaboradores em permanecer na Organização. Cada um dos itens analisados contribuiu com 20% no resultado final dos Indicadores de Motivação. No estudo final será atribuída uma escala de 0 a 100% distribuída entre os Indicadores de Motivação de tal maneira: 0 a 20% - Péssimo; 21% a 40% - Ruim, de 41 a 60% - Regular, de 61 a 80% - Bom e de 81 a 100% - Ótimo. Com os resultados alcançados através de fontes secundárias serão feitas comparações com as Teorias Motivacionais, identificando os níveis hierárquicos de necessidade nas Teorias de Abraham H. Maslow e a Teoria de Frederick Herzberg. Os resultados obtidos serão analisados mediante as teorias acima relacionadas. Conforme os resultados levantados, foi possível averiguar que o Indicador de Qualidade na Gestão de Pessoas foi de 58,87 nas Grandes Organizações, de 55,26 nas Médias Organizações e de 52,76 nas Pequenas Organizações. Nestes indicadores de Qualidade das Organizações, o indicador Educação apresentou valores acima de 60%, demonstrando a preocupação que as organizações atualmente têm em investir no seu capital humano. Os demais resultados serão abordados de maneira individual para cada indicador e tipo de organização. Palavras-chave: motivação, capital humano, teorias motivacionais, organizações. AUTORES: NIVALDO PESSOA FILHO ALUNO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MBA LOGÍSTICA EMPRESARIAL DA FARN; PROFESSOR ESP. E ORIENTADOR DE MONOGRAFIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE DE NATAL (FAL) JAMILSON PINTO DE MEDEIROS PROFESSOR DR. DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE DE NATAL- FAL.

Comentários

Participe da comunidade, deixe seu comentário:

Deixe sua opinião!  Clique aqui e faça seu login.

    nivaldo filho

    Formação Academica:

    Graduação:Administração de Empresa enfase (Administração de Materiais)


    Pós-Graduado :

    MBA - Logística Empresarial (UNIRN); Especialista - Gestão de Pessoa (UFRN); Especialista - Gestão Escolar (UNICID).



    Exibir