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ESTUDO DE CASO: A REVIRAVOLTA DA SCANDINAVIAN AIRLINES SYSTEM DURANTE A CRISE DO PETRÓLEO

O presente caso trata de como a empresa SAS superou dificuldades externas e internas na década de 80 e conta a mudança na gestão, quando Jan Carlzon assumiu a direção da empresa.

A SAS (Scandinavian Airlines System) era uma empresa aérea de grande porte, em parte privada e em parte controlada pelos governos da Dinamarca, Noruega e Suécia. Após quase duas décadas de prosperidade, nos anos 60 e 70, a SAS foi atingida por uma recessão. A crise do petróleo iniciada em 1973 gerou um aumento vertiginoso no preço do combustível, o que significou aumento nas tarifas aéreas e menos viagens. Os anos de 1978 e 79 foram anos de prejuízo para a SAS.

Em 1981, quando Jan Carlzon assumiu o cargo de CEO, a empresa havia mergulhado de uma prosperidade pacífica para uma operação de prejuízos. Uma mudança era necessária, mas não havia mais nenhum custo para cortar, os serviços já sofriam uma decadência devido aos cortes e o mercado estava mais competitivo do que nunca. No topo disso tudo, a SAS já tinha a repução de não ser pontual.

Historicamente, as empresas aéreas sempre se preocuparam em estar na vanguarda da tecnologia de aviação, investindo em aeronaves mais velozes, com menor consumo de combustível, etc. O presente caso trata de como a empresa SAS superou dificuldades externas e internas na década de 80 e conta a mudança na gestão, quando Jan Carlzon assumiu a direção da empresa, transferindo o enfoque do avião como elemento físico para as pessoas, tanto clientes como empregados.

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    André Albuquerque

    Graduado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Carioca - UNICARIOCA - desde dezembro de 2011, iniciou sua carreira em um pequeno escritório de assessoria e gerenciamento de ativos financeiros, onde trabalhou como auxiliar administrativo por um ano e meio. Lá foi aconselhado a fazer o curso de administração, iniciando seus estudos na Universidade Gama Filho, e desde então se apaixonou pela profissão.


    Conseguiu um emprego para trabalhar em uma empresa prestadora de serviços de facilities e gerenciamento imobiliário, onde ficou alocado internamente no escritório de um cliente multinacional do ramo de telecomunicações, por três anos e meio. Nesse cliente exerceu funções de administração imobiliária, gerindo o portfólio de imóveis que eram alugados por ele, representando-o como inquilino perante os proprietários e administradoras de imóveis. Também administrava remotamente e centralizava os contratos de locação sob responsabilidade de empregados em outros países da América Latina.


    Atualmente trabalha para o Governo, desde setembro de 2011, na Superintendência de Patrimônio Imobiliário da Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro, assessorando o superintendente na tomada de decisões gerenciais e administrativas, realizando estudos, análises, planejamentos e controles.

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