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Capital erótico no ambiente organizacional: a sua influência no processo seletivo e empregabilidade

A cientista social Catherine Hakim cunhou o conceito de capital erótico para compreender uma combinação de estética e capacidade de interação social que em um nível elevado torna algumas pessoas mais atraentes que outras, inclusive profissionalmente.

Beleza, habilidades físicas e sociais influenciam as relações interpessoais e são predicados superestimados social e economicamente em nossa cultura. A cientista social Catherine Hakim cunhou o conceito de capital erótico para compreender uma combinação de estética e capacidade de interação social que em um nível elevado torna algumas pessoas mais atraentes que outras, inclusive profissionalmente. Buscando entender a influência deste capital no ambiente organizacional, analisaram-se os estudos da pesquisadora em “Capital Erótico – pessoas atraentes são mais bem-sucedidas. A Ciência garante” (2012), bem como de outros autores e pesquisas, no processo de seleção de pessoal e empregabilidade. Esta pode ser a resposta para melhores remunerações, maior probabilidade de conquistar um emprego e promoções na carreira. Trata-se de um importante atributo para pessoas com menos acesso aos demais capitais e é possivelmente desenvolvido. O contexto do mercado moderno valoriza as competências e experiência profissional, como também aponta um novo olhar para as habilidades compositoras do capital erótico.

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    Giuliana Santos

    Psicóloga, Personal &Professional Coach, Especialista em Marketing e Vendas. Larga experiência como Professora no Ensino Superior e Pós Graduação (MBAs). Consultora Organizacional e Palestrante.

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