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Queda na atividade faz empresário temer evolução dos negócios
Queda na atividade faz empresário temer evolução dos negócios

Queda na atividade faz empresário temer evolução dos negócios

Os segmentos que mais demonstraram falta de confiança foram os de obras de arte especiais e obras de outros tipos

A recuperação do ânimo dos empresários da construção em relação a seus negócios e ao crescimento da economia do país foi interrompida, neste último mês do ano, segundo aponta o Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa atingiu queda de 3,9% ante um recuo de 3,7%, em novembro (-4,3%), em outubro e (-4,6%), em setembro.

O Índice também indica uma piora em comparação à igual período do ano passado com redução de 5% com diminuição de 3,7%, em novembro comparado ao mês de 2012. “De forma geral, os resultados da pesquisa sinalizam que o ritmo de atividade do setor, que vinha ganhando fôlego, é ainda moderado na virada de ano”, assinala a nota técnica da FGV.

A leve redução afetou mais o sentimento dos empresários quanto ao momento atual das atividades. O Índice da Situação Atual (ISA-CST) atingiu queda de 6,2% ante (-5,9%). Já o Índice de Expectativas (IE-CST) ficou, praticamente, estável com -1,6% ante -1,7%.

Os segmentos que mais demonstraram falta de confiança foram os de obras de arte especiais e obras de outros tipos com o índice passando de -4% para -7,6% e obras de acabamento, que pulou de -8,3% para -11,2%.

Das 699 empresas consultadas 21,9% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre em dezembro, contra 27,9% no mesmo período do ano anterior. Para 18,0% dos entrevistados a atividade diminuiu proporção acima do registrado em dezembro de 2012 (14,6%).

Quanto à avaliação do grau de otimismo em relação ao ambiente para os negócios nos seis meses à frente, a taxa caiu 2,6% ante uma queda de 2%. Para 37,5% dos consultados pode ocorrer melhora, universo menor do que o manifestado há um ano (39,8%). Já o total dos que preveem uma piora atingiu 6,1% dos entrevistados, taxa superior à encontrada em dezembro do ano passado (5,0%).

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