Pesquisa revela que 47% dos fãs de MMA são mulheres

Estudo também destaca o interesse pelo consumo de energético e fast-food dos fãs do esporte

Embora o MMA (Mixed Martial Arts) enha chegado ao Brasil como um esporte predominantemente masculino, as mulheres têm ganhado posição de destaque. A participação das mulheres entre as pessoas que tem muito interesse pela modalidade cresceu de 43% para 47%, se comparado com a última pesquisa, realizada em setembro de 2013.

Mesmo sendo uma modalidade que atrai o interesse dos jovens entre 18 a 29 anos (55%), o estudo Sponsorlink, do IBOPE Repucom, apontou um crescimento de 56% entre adultos de 40 a 54 anos que acompanham as lutas de MMA. A participação dessa faixa etária passou de 9% para 14%. Além disso, as regiões norte e nordeste continuam se destacando no interesse pelo esporte. Os superfãs de MMA nestas duas regiões já somam 30% do total pesquisado.

Também ligados à tecnologia, quase dois terços dos superfãs de MMA (63%) utilizam a internet no celular ou smartphone para buscar notícias sobre o esporte. Porém, para 80% dos entrevistados a televisão é o principal meio para se obter informações sobre o MMA.

“A pesquisa abrange um universo de 56,5 milhões de internautas brasileiros com 18 anos ou mais e em todas as cinco regiões do Brasil”, diz José Colagrossi, diretor executivo do IBOPE Repucom. Para ele, as informações sobre os hábitos e atitudes das pessoas que acompanham MMA são determinantes para a tomada de decisão para ações de patrocínio esportivo.

Energéticos e fast-food, por exemplo, são áreas que podem se beneficiar, já fazem parte da rotina dos superfãs de MMA. Enquanto apenas 36% da população afirma ter consumido a bebida nos últimos sete dias, o percentual sobe para 57% entre os superfãs do esporte. Quando analisados os hábitos alimentares o número é ainda maior: 80% das pessoas que acompanham o MMA consumiram fast-food nos últimos 30 dias no Brasil.

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