Pelo 'índice Big Mac', real é sexta moeda mais valorizada do mundo

Brasil tem o sétimo Big Mac mais caro do mundo, à frente dos EUA. Preço do 'Big Mac' é usado como comparação de poder de compra desde 1986.

Brasil tem o sétimo Big Mac mais caro do mundo, à frente dos EUA.
Preço do 'Big Mac' é usado como comparação de poder de compra desde 1986.

A moeda brasileira é a sexta mais valorizada do mundo frente ao dólar – pelo menos no ranking do "Índice Big Mac", que usa o valor do lanche para estabelecer a paridade de poder de compra entre os países. O mesmo levantamento, feito pela revista britânica The Economist, mostra que o Brasil tem o sétimo sanduíche mais caro do mundo em dólares, atrás apenas de países europeus.


Por aqui, o Big Mac sai por US$ 4,73, segundo a revista. Já o lanche mais caro é vendido na Noruega por US$ 7,88 – mais do dobro do valor cobrado no país original do sanduíche, os Estados Unidos, de US$ 3,57.

Quem quiser comer o maior número de sanduíches com o mesmo dinheiro deve ir para a Ásia: o Big Mac mais barato do mundo é vendido na Malásia, por US$ 1,70. Em Hong Kong, sai um centavo mais caro.



O índice Big Mac é usado pela The Economist - uma das mais respeitadas publicações de economia e negócios do mundo – desde 1986 para comparar o poder de compra de cada moeda. Por estar presente em mais de 120 países, o produto-símbolo da proliferação da cultura do fast-food é considerado um bom termômetro de quanto o consumidor de cada local pode comprar com US$ 1.



Mais valorizado entre os emergentes
Com valorização de 33% frente ao dólar, o real só fica atrás das moedas usadas por países europeus. Entre os emergentes, a Turquia tem a segunda moeda mais valorizada, com 21%.

Segundo a Economist, os dois países são favorecidos pelos juros altos, que oferecem alto retorno para os dólares investidos. Aqui, a taxa de juros foi elevada para 13% na última quarta-feira. Na Turquia, a taxa está e, 16,75%.

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