Guia de intercâmbio: sete dicas para se dar bem em universidades internacionais
Guia de intercâmbio: sete dicas para se dar bem em universidades internacionais

Guia de intercâmbio: sete dicas para se dar bem em universidades internacionais

Com o fim do ano e início de outro, estudantes e profissionais preparam-se para viajar intercâmbios; veja como tirar o máximo proveito da experiência

Com a exigência da globalização profissional e pessoal, cada vez mais estudantes e profissionais buscam uma experiência de intercâmbio para enriquecer o currículo e a própria vida. A Australian Centre, preparou um guia de sete dicas, com as orientações do Diretor da empresa, Vinicius Barreto, para que intercambistas aproveitem o que há de melhor nesta experiência. Leia abaixo:

1. DEIXE TUDO PREPARADO PARA A HORA DO EMBARQUE
Esteja preparado para deixar tudo em ordem no Brasil antes da viagem. Além disso, informe-se antes de ir. Pesquise bastante sobre o local para onde vai e deixe todos os documentos necessários em mãos. “É importante que o aluno tenha pró atividade. Uma boa parte da documentação, tanto acadêmica quanto pessoal, depende só dele mesmo para ser providenciada”, orienta Vinicius. “Outra dica importante é providenciar com antecedência o VTM, que é um cartão de débito que você pode carregar em qualquer lugar do mundo com moeda estrangeira”.

2. FALAR É PRATICAR
O estudante precisará se expressar em um idioma diferente e para isso será necessário treiná-lo para adquirir fluência. “O primeiro passo para vencer a timidez é aprender a rir de si mesmo. Erros acontecerão, isso é normal, mas o conhecimento será proporcional à pratica”, explica Vinicius. “Quem vai em grupos acaba se privando mais de socializar com pessoas de países diferentes. A dica para que isso não aconteça é incluir um estrangeiro nas conversas, aí todos irão obrigatoriamente conversar e praticar”.

3. APROVEITE AO MÁXIMO A UNIVERSIDADE
Além das aulas, cada universidade tem uma programação diferente que está à disposição dos alunos. “Funciona como se fossem as “atléticas” das universidades brasileiras. São clubes de estudantes que se organizam com finalidades diferentes. Existem os de esporte, ciências, eventos, entre outros.” Segundo o diretor, antes do período letivo existe uma semana de orientação, que funciona como se fosse uma feirinha com várias barracas com veteranos para orientar a respeito de cada grupo. “Novamente, o próprio aluno deve tomar iniciativa para participar do que for do seu interesse”.

4. ORGANIZE-SE PARA DAR CONTA DE TUDO
A experiência do intercâmbio é um ganho em todos os aspectos, porém deve-se lembrar que o objetivo principal é o estudo. “Nos primeiros meses é realmente difícil. O aluno está em um ambiente novo, e alguns podem se atrapalhar mais do que outros nesse processo de adaptação”. Vinicius explica que as diferenças vão desde a divisão da grade de matérias, que o aluno organiza por conta própria, até o esquema de notas, que variam os pesos de provas e trabalhos.

“No caso das universidades do Grupo ATN na Austrália, por exemplo, todas possuem um departamento que assessora o estudante internacional em todos os sentidos. Eles possuem recursos para auxiliá-los desde formatação de trabalhos até psicólogos”. Além isso, o diretor também explica que o apoio da família é essencial. “Muitos pensam em desistir nos dois ou três primeiros meses, mas essa fase passa, e com o tempo só melhora!”

5. FAÇA AMIGOS DENTRO DA UNIVERSIDADE
Não há desvantagens em relacionar-se com pessoas da mesma turma. Além de praticar o idioma, você tem alguém para ajudar com os estudos e explicar com mais calma aquela palavra que o professor falou e você não reconheceu. Também é uma ótima forma de criar futuros contatos internacionais dentro da área de atuação.

6. VÁ COM A MENTE ABERTA
Vá aberto a novas experiências! O estudante deve vir desapegado dos costumes da rotina no Brasil para imergir por completo em uma nova cultura. Culinária, roupas, hábitos, todas essas diferenças vão contar como aprendizado. “O estudante deve voltar com a sensação que tirou o máximo de proveito da viagem, não só academicamente falando. A partir do momento que você se dispõe ao intercâmbio, deve estar disposto a se adaptar a uma nova realidade.”

7. RESPEITO PELO PAÍS
É muito importante que o estudante tenha respeito pelas leis do país de onde está. Legislações em outros lugares podem ser bem diferentes e devem ser respeitadas. “Na Austrália, por exemplo, não é permitido consumir bebida alcoólica em qualquer área pública, com exceção de poucos lugares e ainda de forma discreta. Jogar lixo na rua ou jogar cinzas de cigarro no chão dá multa de A$ 70. Não são os outros que devem se adaptar à rotina e hábitos do estrangeiro, mas sim ele que deve se adequar ao país para que não haja nenhum problema”, orienta Vinicius.

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