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Fundação Botín aposta em universitários brasileiros para fortalecer a gestão pública
Fundação Botín aposta em universitários brasileiros para fortalecer a gestão pública

Fundação Botín aposta em universitários brasileiros para fortalecer a gestão pública

A instituição espanhola realiza um processo seletivo focado nos melhores universitários do Brasil e da América Latina para consolidar a gestão pública no continente sul-americano

A Fundação Botín amplia e consolida sua atividade na América Latina com a abertura do processo seletivo para a 5ª edição do Programa para Fortalecimento da Função Pública na América Latina. Ela quer detectar os melhores universitários de cada país, a fim de identificar novas formas de converter talento em riqueza social, cultural e econômica por meio da incorporação de práticas deste programa nas instituições públicas latino-americanas.

Nesta edição, as universidades participantes se comprometeram com a Fundação Botín para a realização das práticas em instituições públicas de cada país, no período compreendido entre janeiro e dezembro de 2015. Atualmente, 46% dos alunos participantes das três primeiras edições do programa trabalham no serviço público de seus países.

No Brasil, 15 destes estudantes atuam no serviço às instituições públicas. Iñigo Saénz de Miera, director-geral da fundação, afirma que “um setor público sólido é a condição essencial para que as sociedades desfrutem de um desenvolvimento social, econômico e cultural sustentado pelo tempo".

O bom funcionamento das instituições públicas é a primeira condição para que haja desenvolvimento e que se gere riqueza. É a principal convicção que move nosso programa”, completa Iñigo Saénz de Miera.

Nova convocação de bolsas com retorno direto para a sociedade

Nesta nova edição, são convocadas mais de 1.500 universidades de toda a América Latina a fim de que seus estudantes tenham acesso às bolsas de estudo. Entre 17 de março e 26 de maio de 2014, a Fundação Botín seleciona 40 estudantes, dos países sul-americanos, entre todos que se candidatarem por meio do site da instituição.

O orçamento do programa, de US$ 1 milhão por ano, permite financiar a matrícula, todos os gastos de viagem e estadia dos alunos. O diretor-geral da Fundação Botín enfatiza que “os alunos desenvolverão suas lideranças pessoais como agentes transformadores para o fortalecimento institucional de seus países. Adquirirão conhecimentos e incrementarão suas habilidades pessoais e de gestão”.

Os estudantes selecionados terão acesso a um curso intensivo de oito semanas para formação relacionada às áreas: sociedade, economia, fortalecimento institucional e função pública, ética e filosofia política. O curso é elegível para jovens que completaram entre 50% e 75% de seus estudos universitários e detêm bom desempenho acadêmico, além de um bom domínio do idioma inglês.

Docentes e estudantes das edições passadas qualificam a formação e experiência adquiridas como muito positiva. “O programa é excelente para te ajudar a planejar sua vida. Para te dar um norte, uma direção, aproveitando ao máximo seus pontos fortes e sabendo que há um desafio muito grande, que é construir um continente, uma sociedade”,afirma Guilherme Augusto Doin, aluno brasileiro da segunda edição do programa.

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