Forever 21 e o desafio de manter os preços baixos do exterior

A empresa informou em nota que oferecer "preço justo é um compromisso da marca em todos os mercados aonde chega" e que, para isso, corta gastos

Há três dias, a Forever 21, varejista note-americana, abriu sua primeira loja no Brasil, que, desde a inauguração, tem fila com inúmeras pessoas que querem conhecer a novidade do shopping Morumbi, em São Paulo.

A espera pode durar horas, mas ainda assim a empresa, que não divulgou seus dados financeiros, informou que as vendas do final de semana atingiram o dobro do esperado.

Parece incrível que os preços oferecidos sejam compatíveis com os visto no exterior, considerando que o Brasil é o país dos impostos. De acordo com especialistas em varejo, os preços baixos representaram uma estratégia de marketing e devem ser reajustados futuramente, seguindo o exemplo da GAP e Top Shop, que chegaram ao país nos últimos dois anos.

A empresa informou em nota que oferecer "preço justo é um compromisso da marca em todos os mercados aonde chega" e que, para isso, corta gastos. Por exemplo, não faz uso de celebridades caras em campanhas e seus executivos, em viagens a negócios, voam de classe econômica.

Segundo um relatório emitido pelo banco Itaú BBA, os varejistas brasileiros podem ser potencialmente prejudicados a médio e longo prazo pela estratégia de preços da Forever 21, que já anunciou os planos de inaugurar sete lojas no país até o início do próximo ano.

Com informações do Estadão.

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