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Financial Times diz que Brasil defende ditadores

Posição tomada pelo país durante referendo da Crimeia e amizade com Venezuela e Cuba motivaram críticas

Após falar que Copa do Mundo no Brasil irá expor as horríveis falhas do país, e que a presidente Dilma Rousseff poderá ter que "procurar outro emprego" em caso de falha na realização do evento, o jornal britânico Financial Times criticou a política externa brasileira em suas mais recentes páginas.

De acordo com o jornal britânico, as fortes conexões com países como Venezuela, China, Cuba, e Rússia - todos com governos de caráter autoritários -, podem atrapalhar o Brasil durante a tentativa de se estabelecer como uma importante força na geopolítica global. De acordo com a InfoMoney, principal reclamação do Financial Times é ter amizade e defender ditadores, ao mesmo tempo que não vê dificuldades em se posicionar contra os EUA, além de criticar política europeia.

Último incidente, segundo o Financial Times, foi sobre o referendo da Crimeia, feita pela ONU em março, no qual o Brasil, junto da China, Índia e Argentina, se absteve, enquanto outros países consideraram inválida a anexação da Crimeia pela Rússia. O FT diz, por fim, que ser amigos de todos não é uma opção para um país que pretende ter membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, e que isso faria entrar o país entrar com conflito com algo que o Brasil diz estimar: a paz mundial.

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