Febraban reduz projeção de crescimento do PIB em 2009 para 1,87%

Taxa Selic prevista para dezembro é de 10,75%, segundo entidade. Cenário previsto por 34 bancos vê inflação perto de 4,5% neste ano.

31 outubro 2018

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entidade que reúne 34 instituições financeiras do país, reduziu sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2009. Na divulgação de dezembro, a Febraban previa que a economia brasileira crescesse 2,56%; agora, em média, os bancos preveem uma expansão de 1,87%.

De um mês para o outro, a Febraban também modificou suas expectativas para a taxa básica de juros (Selic). Em dezembro, os bancos previam que a taxa ficaria em 12% ao fim de 2009. Agora, a expectativa é que a Selic termine este ano a 10,75%.

Em relação à inflação, a expectativa continua de ser de redução em comparação com 2008. Em dezembro, os bancos apontavam um alta de 4,95% para o IPCA - inflação oficial do governo, calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Agora, a expectativa é que o número fique em 4,57%, muito próximo do centro da meta estabelecida, de 4,5%.


Taxa de câmbio

Para a taxa de câmbio, a previsão pouco mudou - em dezembro, esperava-se que US$ 1 valesse R$ 2,25 no fim deste ano; em janeiro, a previsão é de R$ 2,27. Para a balança comercial, também um ajuste para baixo: o superávit projetado no fim do ano passado era de US$ 14,3 bilhões; agora, está em US$ 13,1 bilhões.

Para as reservas internacionais, a projeção é de que elas fiquem em US$ 193,6 bilhões, permanecendo, segundo a entidade, "em nível satisfatório diatne da crise". O risco-país, segundo os 34 bancos pesquisados, deve terminar o ano em 360 pontos-base.

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