Estudo aponta perfil e interesses do profissional liberal e autônomo na Internet
Estudo aponta perfil e interesses do profissional liberal e autônomo na Internet

Estudo aponta perfil e interesses do profissional liberal e autônomo na Internet

Site realiza pesquisa com profissionais liberais e autônomos e identifica perfil: quem são, o que valorizam e o que buscam com a visibilidade online

O site Liberalis, que reúne profissionais liberais e autônomos (psicólogos, advogados, nutricionistas, entre outros) realizou uma pesquisa com sua base de usuários (1.572 profissionais foram convidados a participar) para descobrir suas características e interesses. "Boa parte do que descobrimos é o esperado, mas alguns resultados surpreendem" afirma Paulo Salem, fundador do portal.

O estudo revela várias curiosidades sobre esses profissionais, entre elas, como o autônomo busca a visibilidade, independência e a criatividade na web para se destacar num ambiente competitivo. São, por isso, orientados a resultados e atentos aos gastos que fazem. "Tratam-se pessoas abertas às novidades, mas que ainda estão descobrindo as possibilidades do meio online para suas atividades profissionais" conclui Paulo. Veja mais detalhes da pesquisa:

Sexo, idade e renda - A pesquisa revelou uma simetria perfeita: 50% de cada gênero. Ou seja, a igualdade entre homens e mulheres parece ser uma realidade no universo dos profissionais autônomos. 58% têm até 40 anos de idade. Isso reflete a população brasileira em geral, que tem cerca de 60% de sua população economicamente ativa nessa faixa (fonte: DIEESE). 86% dos profissionais têm uma renda mensal de até R$ 5.000,00.

Presença online - 75% afirmam que a maior razão para estar online é o desejo de conseguir novos clientes. Porém, na pesquisa também constata-se uma outra pressão, a da concorrência: 45% dos pesquisados afirmam que há muita concorrência em suas áreas de atuação e por isso precisam se divulgar bem.

Site é a ferramenta online preferida - 60% dizem que ter um site profissional é um bom meio de divulgar seu saber profissional, porque podem dar dicas, notícias e outras informações pelo site. Paulo comemora o resultado, "essa foi uma das intuições que nos levaram a criar o Liberalis, e é bom ver que os consumidores concordam", afirma.

Blogs não são bem visto pelos autônomos - Segundo a pesquisa o recurso mais apreciado na ferramenta de divulgação do Liberalis é a listagem de informações de contato no site, enquanto que o menos interessante é o blog - embora os usuários apreciem o contato próximo com o cliente por outros mecanismos. Isso mostra que a ideia comum de "criar um blog" para se divulgar não é muito bem vista entre os autônomos.

A maioria prefere anunciar off-line - Apesar da pesquisa atingir apenas usuários que efetivamente divulgam-se online, a pesquisa mostra que a maior parte deles ainda dá preferência para meios "off-line" de divulgação paga: 28% dos profissionais dizem que ter usado "propagandas pagas fora da Internet (por exemplo, folhetos ou anúncios em revistas)", enquanto apenas 13% afirmam ter empregado "propagandas pagas online (por exemplo, Google AdWords ou anúncios pagos no Facebook)."

Perfil Proativo - Os profissionais têm majoritariamente um perfil bastante proativo, curioso e criativo. 58% dizem gostar de "inventar, construir e desenvolver novas coisas e ideias".

Valorizam sua independência, mas... - Como se sabe, a independência é uma qualidade que vem acompanhada de riscos e problemas. Isso se reflete na ambivalência de valores dos profissionais autônomos. 54% afirmaram que valorizam muito sua independência ("valorizo muito minha independência, gosto de estar no controle mesmo que isso me traga mais riscos"), mas ao mesmo tempo 63% querem uma vida estável e segura ("quero uma vida estável e uma atividade profissional bastante segura").

Como esperado, a maior parte dos profissionais (71%) são autônomos e estão satisfeitos nessa posição. Mais ainda, 13% deles dizem que são empregados mas estão tentando tornar-se autônomos. Por outro lado, 7% são autônomos mas estão tentando tornar-se empregados, número inesperado pelos pesquisadores. "Um dos usuários que está nessa última categoria deixou um depoimento simples que talvez explique a estatística: 'a vida é difícil'. De fato, a vida do profissional independente não é para qualquer um!" afirma Salem.

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