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Consultora explica vantagens das práticas colaborativas no Franchising

O Franchising é uma forte alternativa para se realizar o “grande sonho”

Assim que se começou a falar sobre “sharing economy” (ou “economia colaborativa”) surgiram os primeiros questionamentos sobre como essa forma poderia ajudar no desenvolvimento. Dúvidas como “o que poderá ser compartilhado em vez de ser possuído? Quantas pessoas estão disponíveis para colaborar ao invés de competir?” eram frequentes, deixando muitos até hoje sem resposta.

Segundo a consultora jurídica especializada em relacionamento de redes, Melitha Novoa Prado, “é só olhar para o lado e notar que o mundo mudou, que as pessoas se transformaram - algumas para melhor e outras para pior - que a economia dos países se alterou,que os negócios se multiplicaram, que as marcas se expandiram e que as diferenças emergiram”. Ela completa: “E nesse ritmo caótico e frenético que comanda o varejo brasileiro, os parceiros se encontraram buscando o “grande sonho” de conquistar, de crescer, de ser e ter, cada vez mais, no menor prazo de tempo possível.”

O Franchising é uma forte alternativa para se realizar o “grande sonho”. “Poderia ser perfeito se fosse possível não envolver pessoas, o que não acontece. O fator humano é o principal pilar que sustenta o Franchising e, como tal, sujeito à imprevisibilidade, mutações, alternâncias, transformações, incoerências e, ainda, conflitos e crises existenciais”, alerta Melitha.

Mas ainda é preciso encontrar saídas para conseguir manter a relação de franquia num ambiente saudável, criativo, tranquilo e comprometido. Segundo a consultora, tais atitudes são até fáceis quando ditas e pensadas, mas são extremamente complicadas na hora de executa-las na prática. “Da mesma forma que cada Franqueador possui uma filosofia de trabalho e uma forma particular de pensar e agir, também seus franqueados possuem outras formas de sentir, agir e reagir”, exemplifica. “Nesse turbilhão de pensamentos, atos, sentimentos, percepções, reflexões, desejos e emoções, surgem os confrontos - por vezes inevitáveis por vezes necessários– e, por fim, sempre passíveis de soluções. Mas para isso é importante ter atitude, com persistência, tolerância, garra e coerência”.

A consultora jurídica acredita que é fundamental entender que buscar soluções não é nominar culpados, tão pouco discutir o passado. Entendendo e acreditando nisso, é possível captar o real fundamento das práticas colaborativas para gerenciamento de conflitos. “Isso é um legado maravilhoso que não podemos perder. Ao contrário, a nossa função, como agentes atuantes no sistema de Franchising, é promover a reflexão de todos para que utilizem a sua inteligência emocional e equilíbrio pessoal para criar, inovar e encontrar novos caminhos que proporcionem espaços de convergência para solução dos conflitos.”

Nada é tão difícil de ser praticado e nem tampouco impossível de ser realizado, mas é preciso de uma boa dose de tempo, treinamento e experiência.

A consultora finaliza a reflexão: “A grande recompensa para o sistema é que, por meio das práticas colaborativas - onde as partes, seus advogados e demais consultores se unem num acordo de não-litigância - alcancemos uma evolução como pessoas, trabalhando dentro da agenda do bem e proporcionando resultados imediatos para a vida de todos envolvidos.”

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