Cinco dicas para quem deseja utilizar crowdfunding para abrir uma startup
Cinco dicas para quem deseja utilizar crowdfunding para abrir uma startup

Cinco dicas para quem deseja utilizar crowdfunding para abrir uma startup

O sistema de financiamento coletivo permite um networking maior para a startup que está começando

Por muito tempo, a expressão crowdfunding confundia-se com “vaquinha virtual”, ou seja, iniciativas para arrecadar uma quantidade de dinheiro para um objetivo específico, normalmente uma causa social. Entretanto, esse conceito envolve muito mais do que isso – não à toa que se tornou uma opção interessante para quem deseja abrir uma startup e precisa conseguir financiamento para tirar a ideia do papel. Surgiu então o equity crowdfunding, voltado justamente para o ambiente empresarial e que, ao invés de brindes ou aquisição do produto, o investidor recebe uma contrapartida do investimento realizado, como participação societária ou título de dívida conversível.

Confira cinco dicas para aproveitar essas plataformas e finalmente realizar o sonho de abrir o próprio negócio:

Rede de contatos – é um dos maiores benefícios do crowdfunding. O sistema de financiamento coletivo permite um networking maior para a startup que está começando. Investidores satisfeitos com o produto ou serviço oferecido trazem clientes ou até outros financiadores, se colocam à disposição para ajudar ou simplesmente encorajam os profissionais a continuarem com o bom trabalho.

Simples e rápido – esqueça os contratos, negociações demoradas e o processo burocrático que envolve o investimento de capital em empresas. É um modelo bem mais rápido e eficiente, inspirado na confiança e na causa envolvida. No crowdfunding, o investidor não está de olho apenas no retorno financeiro, mas naquilo que a nova empresa pode oferecer à sociedade.

Habilidade para “se vender” – nesta modalidade não há o contato direto, rosto a rosto, entre o empreendedor e o investidor. Logo, a startup precisa “se vender bem” para os interessados, ou seja, passar confiança, seriedade, eficiência no produto e onde deseja chegar no futuro (pontuando os meios para chegar até lá). Produção de vídeos institucionais, um plano de negócios, realização de webinars e movimentação da marca nas redes sociais e veículos de comunicação são passos essenciais para isso.

Sempre uma aposta – entenda que a natureza do investimento em startup é de alto risco. Assim, os títulos de dívida conversíveis (TDC) emitidos por meio do crowdfunding não oferecem qualquer garantia. Entretanto, os ganhos podem ser estratosféricos: o investidor terá um documento que irá se valorizar com a empresa. O ganho é sempre proporcional ao risco: quanto mais arriscada for a operação, maior será o lucro.

Estudo da regulamentação – por muito tempo havia a dúvida se o investimento levantado em plataformas de financiamento coletivo era legal do ponto de vista jurídico. Para resolver essa questão, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) regulamentou a operação das plataformas de investimento participativo para a realização de ofertas publicadas por meio da Internet. A determinação surgiu em julho de 2017 e, desde então, administra o setor no país, oferecendo um maior arcabouço jurídico para as empresas envolvidas.

Vinicius FerrazCofundador e CEO da Solar21, startup fundada em Brasília e que oferece uma solução pioneira: o aluguel de sistema solar fotovoltaico a custo ZERO de investimento.

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