4 dicas para não cair em golpes durante as compras de fim de ano

Com grande volume de compras, o período é propício para golpes no comércio eletrônico e o consumidor deve ficar alerta para não ser enganado

19 dezembro 2013

Vendas e ofertas especiais tipicamente aumentam durante as festividades de fim de ano, quando golpistas em todo o mundo também se preparam para tentar roubar o dinheiro suado do internauta. A Associação Brasileira das Empresas de Micro Transferência de Dinheiro (ABMTransf) em parceria com a Better Business Bureau (BBB) vêm equipando os consumidores com importantes dicas para evitar cair no conto do vigário ao comprar os presentes de Natal.

"Os charlatões tiram proveito do desejo dos consumidores de fazer seus entes queridos felizes com presentes especiais no Natal. Eles usam este impulso para dominar o raciocínio das vítimas, impondo que elas ajam rapidamente", disse Luiz Eduardo Citro, Presidente da ABMTransf.

Portanto, atenção a essas dicas ao realizar suas compras de fim de ano:

1. Se você escolheu a transferência de dinheiro para presentear algum familiar e/ou amigo, não há problema. No entanto, quando você está negociando com um terceiro, quando não há garantias do recebimento ou você se você não o conhece pessoalmente, nunca transfira valores sem possuir informações e segurança suficientes para realizar a transferência.

2. Nunca transfira valores para estranhos, pressionados por uma pessoa que pode ser um impostor. “Os farsantes muitas vezes soam tão convincentes que as vítimas sequer sentem necessidade de checar suas reais qualificações”, afirma Citro. Por isso, o ideal é lidar com organizações com reputação reconhecida.

3. Da mesma forma que você não enviaria dinheiro por e-mail para um completo estranho, não use um serviço de transferência de dinheiro para pagar por um produto que você não viu, de uma pessoa que você não conhece.

4. Atenção especial às superofertas e oportunidades únicas. É particularmente importante ter cuidado com ofertas em leilões online. O vendedor diz aos compradores que só aceita transferência de dinheiro como forma de pagamento. O “vendedor” diz ao comprador para colocar a transação em nome de alguém fictício, convencendo falsamente a vítima de que esse esquema protege seus valores até que os produtos ou serviços sejam recebidos. O “vendedor” então cria uma identidade falsa em um nome fictício e recupera os fundos. A mercadoria nunca chega.

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