3 passos para lidar bem com o feedback
3 passos para lidar bem com o feedback

3 passos para lidar bem com o feedback

Segundo especialista, feedback negativo não existe. Você concorda com essa afirmação?

16 maio 2014

Receber um feedback negativo é difícil para quase todos os profissionais, e concordar com ele é mais difícil ainda. Apesar disso, esse retorno pode ser fundamental para seu negócio, caso associado com crescimento e mudanças. Para Geovana Magalhães, Gerente de Desenvolvimento de Lideranças & Engajamento da consultoria LHH|DBM, por exemplo, não existe feedback negativo.

“Costumo dizer que feedback negativo é aquele que é dado de forma errada. Acredito que feedback é sempre positivo, pois reforça os comportamentos que geram bons resultados financeiros, de relacionamento, entre outros. Quando necessário, o feedback promove a consciência de fatores que necessitam de aprimoramento para a melhoria da performance ou o direcionamento na carreira, facilitando o desenvolvimento do profissional”, diz Geovana.

1 - Um posicionamento calmo e de bom ouvinte por parte do profissional que recebe o feedback é fundamental. “É primordial que ele receba o feedback como um presente. Além disso, estar aberto ao diálogo também faz diferença, pois assim ele conseguirá compreender o impacto de suas ações no dia a dia da empresa”, explica a gerente.

2 - Quando o profissional não concorda com o feedback dado, ele deve pedir ao chefe mais exemplos de comportamentos que ilustrem a situação abordada. Para Geovana, se mesmo assim não concordar, a pessoa tem dois caminhos: o primeiro é, de forma tranquila e ponderada, trazer para a conversa exemplos que demonstrem os comportamentos esperados. E o segundo é refletir, por que esta pessoa está formando esta imagem sobre mim? Que comportamentos eu estou emitindo para que esta imagem seja criada?. “O importante é lembrar que esses dois caminhos são complementares e não excludentes”, ressalta.

3 - Estabeleça um objetivo claro de desenvolvimento e trace ações que reflitam em mudança de comportamento no dia a dia, compartilhando-as com o seu gestor. “A realização de cursos também é válida, mas eles representam apenas 10% das iniciativas necessárias”, conclui Geovana.

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