Uma moeda mais valiosa que o dinheiro

Ame tudo aquilo que o dinheiro não puder comprar, e desfrute daquilo que o dinheiro pode comprar, sem perder de vista o essencial para você ser feliz.

"Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos" (Ec.5:10)
Observando um pouco mais atentamente a nossa sociedade, percebe-se claramente a influência que o dinheiro exerce sobre as pessoas, e como a ganância e a cobiça imperam. A sociedade e alguns pregadores, impõe às pessoas, implicitamente (ou seria explicitamente?), um estilo de vida em que acumular bens e correr atrás da prosperidade material é o que conta, e o que é pior: Custe o que custar.
Os que seguem esta filosofia logo se deparam com as conseqüências dessa escolha. Toda escolha traz conseqüências. Os relacionamentos com as pessoas, a família, a ética e a moral, o bom senso e, muitas vezes, os princípios e valores fundamentais são sacrificados porque a ganância por riquezas foi colocada em primeiro lugar.

A bíblia diz que: "Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos" (Ec 5:10).
Mais cedo ou mais tarde, sendo ou não bem-sucedidos no propósito de acumular dinheiro e bens, as pessoas perceberão que correram em vão, atrás de um objetivo vazio. Descobrirão que o que realmente buscam é uma vida significativa, relevante, uma vida de contentamento, ou seja, algo que o dinheiro, mesmo com a falsa sensação de poder e segurança que ele proporciona, não pode oferecer.

A advertência de Jesus para estas pessoas é uma só: "Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens" (Lc 12:15).
Em outras palavras, o grande significado da vida, ou sentido, realização, felicidade; não se encontram dependentes dos bens materiais que o homem consegue acumular. Na busca desenfreada por segurança a pessoa torna-se obstinadamente presa ao pensamento maligno de que sua vida “consiste” da segurança oferecida pelo dinheiro. Enquanto sua vida passa como um relâmpago, o diabo vai tecendo a teia que há de prendê-lo eternamente no inferno. (I Tm 6:10)

Mas, se a vida não consiste na quantidade de bens acumulados, então, em que consiste?
"Busquem, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça..." (Mt 6:33a). Muitos cristãos, mesmo cientes de que devem buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e viver uma vida cristã autêntica como verdadeiros discípulos de Jesus, facilmente esquecem isso e também colocam a busca por dinheiro e prosperidade material como prioridade das suas vidas, tornando irrelevante e infrutífero o seu relacionamento com Cristo e ferindo a ética cristã. O que é a ética cristã? É tudo aquilo que você não gostaria de fazer em desrespeito a Cristo.
Leve em consideração as seguintes exortações bíblicas:
"Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo, é semelhante a ele: Ame o seu próximo como a si mesmo" (Mt 22:37-39).
"Então, Jesus aproximou-se (dos seus discípulos) e disse: 'Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (Mt 28:18-20).
"Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros" (Fp 2:4).
"Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas" (Cl 3:2).
Esses versículos resumem qual deve ser o foco da vida de um cristão autêntico:
Não viver para si mesmo, mas para servir aos outros, mostrando-lhes o caminho para uma vida mais feliz; não viver focado nas coisas materiais, mas na perspectiva da eternidade. Com isso em mente, é possível compreender, de fato, como ter uma vida de contentamento e lidar com o dinheiro e com as posses materiais conforme a vontade de Deus, sem sofrer com os males psicológicos e físicos decorrentes da presença ou ausência do dinheiro.
Para você não ser enganado pelos valores materialistas que regem a nossa sociedade de consumo, nem se tornar escravo do dinheiro e da ganância, nem incorrer no erro de Judas, que traiu Jesus por 30 moedas de prata, sugerimos refletir bastante sobre o peso que o dinheiro exerce em sua vida de modo que seja sincero com você mesmo.
A bíblia diz que o problema não está no fato de ter dinheiro, se muito ou pouco, mas no fato de “amá-lo”. Pois “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (I Tm 6:10)
Com isto entenda, em momento algum ela desabona a inciativa do homem em buscar a prosperidade, o crescimento financeiro, um melhor conforto... mas... em deixar-se possuir pelos desejos capciosos da ganância, soberba, orgulho, egoísmo, luxúria que como uma praga dilacera o coração, a mente e os relacionamentos humanos.
"Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos" (Ec. 5:10)
Deus quer abençoar ricamente a sua vida, no entanto, ele espera encontrar seu coração desobstruído de todo o entulho (lixo) espiritual que o “amor” ao dinheiro pode trazer, tais como: “Cobiça, ambição, egoísmo, discriminação, orgulho, altivez, mentira, corrupção, imoralidade, roubo, furtos, propinas, sentimento de superioridade, manipulação e opressão de pessoas” e outros mais.
"Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?" (Lc 16:11).
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