Café com ADM
#

UM APELO PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

Pelo andar da carruagem, não será desta vez. Apesar de tantos estudos realizados nas últimas décadas reconhecendo a importância do atendimento educacional precoce, e dos apelos de movimentos sociais para que a educação infantil seja considerada, em sua integralidade, nos cálculos do governo federal envolvendo a educação básica, o tratamento dispensado a este nível de ensino não corresponde às expectativas que o governo alimentou ao propor, logo em seu início, o Fundeb – fundo constituído por parte da arrecadação de impostos estaduais e municipais e que, substituindo o Fundef, contemplaria de creches a escolas de ensino médio.

Pelo andar da carruagem, não será desta vez. Apesar de tantos estudos realizados nas últimas décadas reconhecendo a importância do atendimento educacional precoce, e dos apelos de movimentos sociais para que a educação infantil seja considerada, em sua integralidade, nos cálculos do governo federal envolvendo a educação básica, o tratamento dispensado a este nível de ensino não corresponde às expectativas que o governo alimentou ao propor, logo em seu início, o Fundeb fundo constituído por parte da arrecadação de impostos estaduais e municipais e que, substituindo o Fundef, contemplaria de creches a escolas de ensino médio. As creches foram excluídas da proposta de criação do fundo enviada ao Congresso Nacional e, para completar, ao invés de estar em pauta a qualidade do serviço ofertado em pré-escolas, finca-se pé em empurrar crianças de 6 anos para o ensino fundamental, talvez porque tal medida implique uma economia: no lugar de se investir em mais pré-escolas, aproveita-se a infra-estrutura de escolas já existentes.
Embora o MEC possa argumentar que a educação infantil conste da esfera de responsabilidades dos municípios, lembramos que há um Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei 10.172 (09/01/2001), determinando que, até 2011, 80% dos brasileiros de 4 a 6 anos freqüentem pré-escolas, e que sejam atendidos em creches 50% daqueles de 0 a 3 fase em que o desenvolvimento cerebral é tão acelerado que os estímulos recebidos então refletir-se-ão por toda a vida escolar. Logo, o esforço para alcançar esta meta é, sim, também da esfera do governo federal, até porque um sem número de municípios pobres não têm condições mínimas de fornecer assistência de qualidade a esta faixa etária. Por essas e outras, persistindo a não inclusão das creches no Fundeb, esta será uma das grandes lacunas do governo Lula na área da educação.
Recentemente, como forma de marcar sua atuação no que a Lei de Diretrizes e Bases do Ensino passou a considerar, em 1996, como primeira etapa da educação básica, o MEC anunciou um programa visando à qualificação de milhares de docentes de pré-escolas e creches. Iniciativa bem-vinda, que seria perfeita se combinada à valorização destes profissionais através de melhor remuneração, geralmente em torno de 60% da que é recebida por um professor do ensino médio. Paga-se menos a eles, pois a educação infantil é, também, considerada menos, se não no discurso, com certeza na prática. Nossas autoridades educacionais, ansiosas por melhorar a performance dos alunos do ensino fundamental e médio em avaliações nacionais e internacionais, como o Pisa (Programa de Avaliação de Estudantes, em que o Brasil consta como último colocado), perpetuam um descaso histórico com creches e escolinhas, tidas no passado como espaços de brincadeiras inconseqüentes.
Não são. Esses estabelecimentos são espaços nos quais as crianças, por meio de atividades pedagógicas desenvolvidas por pessoal qualificado, são preparadas para a aprendizagem nos demais níveis. O próprio Inep já confirmou isso ao verificar que são mais altas as notas obtidas no Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) por alunos que tiveram o privilégio de passar pela educação infantil. Pois é um privilégio. São 23 milhões de brasileiros entre 0 e 6 anos apenas 1,2 milhão em creches e 5,6 milhões em pré-escolas, com um detalhe: dos filhos de famílias com renda até meio salário per capita, 8% freqüentam creches e 60,8% pré-escolas, enquanto dos filhos de famílias com renda superior a cinco salários, 28,3% estão em creches e 94,6% em pré-escolas.
Considerando que a maior taxa de indigência no país encontra-se na faixa de 0 a 5 anos (38,8% de 15,1 milhões, seguido pela faixa de 5 a 10 anos, com 37,8% de indigentes entre quase 16 milhões), conclui-se que o atendimento educacional no começo da vida é a única chance que milhões de brasileiros têm de uma formação plena e saudável, que supra as carências de seu habitat. Assim, temos razões para opinar que o governo é míope no modo como encara a educação infantil.
Até onde sabemos, o corte na educação infantil, expresso sobretudo na exclusão das creches do Fundeb, teria sido provocado pela pressão dos estados, que temem os gastos que seriam gerados para acolher a massa de crianças até 3 anos excluídas do sistema educacional. Além disso, como já divulgado em estudo de vários órgãos do governo, a rede de creches teria que crescer 470% até 2011 para absorver uma clientela de 4,3 milhões, e os investimentos saltariam de 0,07% para 0,56% do PIB; a despesa por aluno/ano chegaria a R$ 2.469*, a maior da educação básica. Por que não? Enquanto espera-se uma resposta plausível, esgota-se o tempo para que o governo Lula promova uma revolução na educação brasileira por onde ela deveria começar.




Pelo andar da carruagem, não será desta vez. Apesar de tantos estudos realizados nas últimas décadas reconhecendo a importância do atendimento educacional precoce, e dos apelos de movimentos sociais para que a educação infantil seja considerada, em sua integralidade, nos cálculos do governo federal envolvendo a educação básica, o tratamento dispensado a este nível de ensino não corresponde às expectativas que o governo alimentou ao propor, logo em seu início, o Fundeb fundo constituído por parte da arrecadação de impostos estaduais e municipais e que, substituindo o Fundef, contemplaria de creches a escolas de ensino médio. As creches foram excluídas da proposta de criação do fundo enviada ao Congresso Nacional e, para completar, ao invés de estar em pauta a qualidade do serviço ofertado em pré-escolas, finca-se pé em empurrar crianças de 6 anos para o ensino fundamental, talvez porque tal medida implique uma economia: no lugar de se investir em mais pré-escolas, aproveita-se a infra-estrutura de escolas já existentes.
Embora o MEC possa argumentar que a educação infantil conste da esfera de responsabilidades dos municípios, lembramos que há um Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei 10.172 (09/01/2001), determinando que, até 2011, 80% dos brasileiros de 4 a 6 anos freqüentem pré-escolas, e que sejam atendidos em creches 50% daqueles de 0 a 3 fase em que o desenvolvimento cerebral é tão acelerado que os estímulos recebidos então refletir-se-ão por toda a vida escolar. Logo, o esforço para alcançar esta meta é, sim, também da esfera do governo federal, até porque um sem número de municípios pobres não têm condições mínimas de fornecer assistência de qualidade a esta faixa etária. Por essas e outras, persistindo a não inclusão das creches no Fundeb, esta será uma das grandes lacunas do governo Lula na área da educação.
Recentemente, como forma de marcar sua atuação no que a Lei de Diretrizes e Bases do Ensino passou a considerar, em 1996, como primeira etapa da educação básica, o MEC anunciou um programa visando à qualificação de milhares de docentes de pré-escolas e creches. Iniciativa bem-vinda, que seria perfeita se combinada à valorização destes profissionais através de melhor remuneração, geralmente em torno de 60% da que é recebida por um professor do ensino médio. Paga-se menos a eles, pois a educação infantil é, também, considerada menos, se não no discurso, com certeza na prática. Nossas autoridades educacionais, ansiosas por melhorar a performance dos alunos do ensino fundamental e médio em avaliações nacionais e internacionais, como o Pisa (Programa de Avaliação de Estudantes, em que o Brasil consta como último colocado), perpetuam um descaso histórico com creches e escolinhas, tidas no passado como espaços de brincadeiras inconseqüentes.
Não são. Esses estabelecimentos são espaços nos quais as crianças, por meio de atividades pedagógicas desenvolvidas por pessoal qualificado, são preparadas para a aprendizagem nos demais níveis. O próprio Inep já confirmou isso ao verificar que são mais altas as notas obtidas no Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) por alunos que tiveram o privilégio de passar pela educação infantil. Pois é um privilégio. São 23 milhões de brasileiros entre 0 e 6 anos apenas 1,2 milhão em creches e 5,6 milhões em pré-escolas, com um detalhe: dos filhos de famílias com renda até meio salário per capita, 8% freqüentam creches e 60,8% pré-escolas, enquanto dos filhos de famílias com renda superior a cinco salários, 28,3% estão em creches e 94,6% em pré-escolas.
Considerando que a maior taxa de indigência no país encontra-se na faixa de 0 a 5 anos (38,8% de 15,1 milhões, seguido pela faixa de 5 a 10 anos, com 37,8% de indigentes entre quase 16 milhões), conclui-se que o atendimento educacional no começo da vida é a única chance que milhões de brasileiros têm de uma formação plena e saudável, que supra as carências de seu habitat. Assim, temos razões para opinar que o governo é míope no modo como encara a educação infantil.
Até onde sabemos, o corte na educação infantil, expresso sobretudo na exclusão das creches do Fundeb, teria sido provocado pela pressão dos estados, que temem os gastos que seriam gerados para acolher a massa de crianças até 3 anos excluídas do sistema educacional. Além disso, como já divulgado em estudo de vários órgãos do governo, a rede de creches teria que crescer 470% até 2011 para absorver uma clientela de 4,3 milhões, e os investimentos saltariam de 0,07% para 0,56% do PIB; a despesa por aluno/ano chegaria a R$ 2.469*, a maior da educação básica. Por que não? Enquanto espera-se uma resposta plausível, esgota-se o tempo para que o governo Lula promova uma revolução na educação brasileira por onde ela deveria começar.




Pelo andar da carruagem, não será desta vez. Apesar de tantos estudos realizados nas últimas décadas reconhecendo a importância do atendimento educacional precoce, e dos apelos de movimentos sociais para que a educação infantil seja considerada, em sua integralidade, nos cálculos do governo federal envolvendo a educação básica, o tratamento dispensado a este nível de ensino não corresponde às expectativas que o governo alimentou ao propor, logo em seu início, o Fundeb fundo constituído por parte da arrecadação de impostos estaduais e municipais e que, substituindo o Fundef, contemplaria de creches a escolas de ensino médio. As creches foram excluídas da proposta de criação do fundo enviada ao Congresso Nacional e, para completar, ao invés de estar em pauta a qualidade do serviço ofertado em pré-escolas, finca-se pé em empurrar crianças de 6 anos para o ensino fundamental, talvez porque tal medida implique uma economia: no lugar de se investir em mais pré-escolas, aproveita-se a infra-estrutura de escolas já existentes.
Embora o MEC possa argumentar que a educação infantil conste da esfera de responsabilidades dos municípios, lembramos que há um Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei 10.172 (09/01/2001), determinando que, até 2011, 80% dos brasileiros de 4 a 6 anos freqüentem pré-escolas, e que sejam atendidos em creches 50% daqueles de 0 a 3 fase em que o desenvolvimento cerebral é tão acelerado que os estímulos recebidos então refletir-se-ão por toda a vida escolar. Logo, o esforço para alcançar esta meta é, sim, também da esfera do governo federal, até porque um sem número de municípios pobres não têm condições mínimas de fornecer assistência de qualidade a esta faixa etária. Por essas e outras, persistindo a não inclusão das creches no Fundeb, esta será uma das grandes lacunas do governo Lula na área da educação.
Recentemente, como forma de marcar sua atuação no que a Lei de Diretrizes e Bases do Ensino passou a considerar, em 1996, como primeira etapa da educação básica, o MEC anunciou um programa visando à qualificação de milhares de docentes de pré-escolas e creches. Iniciativa bem-vinda, que seria perfeita se combinada à valorização destes profissionais através de melhor remuneração, geralmente em torno de 60% da que é recebida por um professor do ensino médio. Paga-se menos a eles, pois a educação infantil é, também, considerada menos, se não no discurso, com certeza na prática. Nossas autoridades educacionais, ansiosas por melhorar a performance dos alunos do ensino fundamental e médio em avaliações nacionais e internacionais, como o Pisa (Programa de Avaliação de Estudantes, em que o Brasil consta como último colocado), perpetuam um descaso histórico com creches e escolinhas, tidas no passado como espaços de brincadeiras inconseqüentes.
Não são. Esses estabelecimentos são espaços nos quais as crianças, por meio de atividades pedagógicas desenvolvidas por pessoal qualificado, são preparadas para a aprendizagem nos demais níveis. O próprio Inep já confirmou isso ao verificar que são mais altas as notas obtidas no Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) por alunos que tiveram o privilégio de passar pela educação infantil. Pois é um privilégio. São 23 milhões de brasileiros entre 0 e 6 anos apenas 1,2 milhão em creches e 5,6 milhões em pré-escolas, com um detalhe: dos filhos de famílias com renda até meio salário per capita, 8% freqüentam creches e 60,8% pré-escolas, enquanto dos filhos de famílias com renda superior a cinco salários, 28,3% estão em creches e 94,6% em pré-escolas.
Considerando que a maior taxa de indigência no país encontra-se na faixa de 0 a 5 anos (38,8% de 15,1 milhões, seguido pela faixa de 5 a 10 anos, com 37,8% de indigentes entre quase 16 milhões), conclui-se que o atendimento educacional no começo da vida é a única chance que milhões de brasileiros têm de uma formação plena e saudável, que supra as carências de seu habitat. Assim, temos razões para opinar que o governo é míope no modo como encara a educação infantil.
Até onde sabemos, o corte na educação infantil, expresso sobretudo na exclusão das creches do Fundeb, teria sido provocado pela pressão dos estados, que temem os gastos que seriam gerados para acolher a massa de crianças até 3 anos excluídas do sistema educacional. Além disso, como já divulgado em estudo de vários órgãos do governo, a rede de creches teria que crescer 470% até 2011 para absorver uma clientela de 4,3 milhões, e os investimentos saltariam de 0,07% para 0,56% do PIB; a despesa por aluno/ano chegaria a R$ 2.469*, a maior da educação básica. Por que não? Enquanto espera-se uma resposta plausível, esgota-se o tempo para que o governo Lula promova uma revolução na educação brasileira por onde ela deveria começar.




Pelo andar da carruagem, não será desta vez. Apesar de tantos estudos realizados nas últimas décadas reconhecendo a importância do atendimento educacional precoce, e dos apelos de movimentos sociais para que a educação infantil seja considerada, em sua integralidade, nos cálculos do governo federal envolvendo a educação básica, o tratamento dispensado a este nível de ensino não corresponde às expectativas que o governo alimentou ao propor, logo em seu início, o Fundeb fundo constituído por parte da arrecadação de impostos estaduais e municipais e que, substituindo o Fundef, contemplaria de creches a escolas de ensino médio. As creches foram excluídas da proposta de criação do fundo enviada ao Congresso Nacional e, para completar, ao invés de estar em pauta a qualidade do serviço ofertado em pré-escolas, finca-se pé em empurrar crianças de 6 anos para o ensino fundamental, talvez porque tal medida implique uma economia: no lugar de se investir em mais pré-escolas, aproveita-se a infra-estrutura de escolas já existentes.
Embora o MEC possa argumentar que a educação infantil conste da esfera de responsabilidades dos municípios, lembramos que há um Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei 10.172 (09/01/2001), determinando que, até 2011, 80% dos brasileiros de 4 a 6 anos freqüentem pré-escolas, e que sejam atendidos em creches 50% daqueles de 0 a 3 fase em que o desenvolvimento cerebral é tão acelerado que os estímulos recebidos então refletir-se-ão por toda a vida escolar. Logo, o esforço para alcançar esta meta é, sim, também da esfera do governo federal, até porque um sem número de municípios pobres não têm condições mínimas de fornecer assistência de qualidade a esta faixa etária. Por essas e outras, persistindo a não inclusão das creches no Fundeb, esta será uma das grandes lacunas do governo Lula na área da educação.
Recentemente, como forma de marcar sua atuação no que a Lei de Diretrizes e Bases do Ensino passou a considerar, em 1996, como primeira etapa da educação básica, o MEC anunciou um programa visando à qualificação de milhares de docentes de pré-escolas e creches. Iniciativa bem-vinda, que seria perfeita se combinada à valorização destes profissionais através de melhor remuneração, geralmente em torno de 60% da que é recebida por um professor do ensino médio. Paga-se menos a eles, pois a educação infantil é, também, considerada menos, se não no discurso, com certeza na prática. Nossas autoridades educacionais, ansiosas por melhorar a performance dos alunos do ensino fundamental e médio em avaliações nacionais e internacionais, como o Pisa (Programa de Avaliação de Estudantes, em que o Brasil consta como último colocado), perpetuam um descaso histórico com creches e escolinhas, tidas no passado como espaços de brincadeiras inconseqüentes.
Não são. Esses estabelecimentos são espaços nos quais as crianças, por meio de atividades pedagógicas desenvolvidas por pessoal qualificado, são preparadas para a aprendizagem nos demais níveis. O próprio Inep já confirmou isso ao verificar que são mais altas as notas obtidas no Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) por alunos que tiveram o privilégio de passar pela educação infantil. Pois é um privilégio. São 23 milhões de brasileiros entre 0 e 6 anos apenas 1,2 milhão em creches e 5,6 milhões em pré-escolas, com um detalhe: dos filhos de famílias com renda até meio salário per capita, 8% freqüentam creches e 60,8% pré-escolas, enquanto dos filhos de famílias com renda superior a cinco salários, 28,3% estão em creches e 94,6% em pré-escolas.
Considerando que a maior taxa de indigência no país encontra-se na faixa de 0 a 5 anos (38,8% de 15,1 milhões, seguido pela faixa de 5 a 10 anos, com 37,8% de indigentes entre quase 16 milhões), conclui-se que o atendimento educacional no começo da vida é a única chance que milhões de brasileiros têm de uma formação plena e saudável, que supra as carências de seu habitat. Assim, temos razões para opinar que o governo é míope no modo como encara a educação infantil.
Até onde sabemos, o corte na educação infantil, expresso sobretudo na exclusão das creches do Fundeb, teria sido provocado pela pressão dos estados, que temem os gastos que seriam gerados para acolher a massa de crianças até 3 anos excluídas do sistema educacional. Além disso, como já divulgado em estudo de vários órgãos do governo, a rede de creches teria que crescer 470% até 2011 para absorver uma clientela de 4,3 milhões, e os investimentos saltariam de 0,07% para 0,56% do PIB; a despesa por aluno/ano chegaria a R$ 2.469*, a maior da educação básica. Por que não? Enquanto espera-se uma resposta plausível, esgota-se o tempo para que o governo Lula promova uma revolução na educação brasileira por onde ela deveria começar.




ExibirMinimizar
CEO Outllok, A era da liderança resiliente. Confira os Resultados.