To be, or not to be, ou descentralizar ou afogar-se, that is the question
To be, or not to be, ou descentralizar ou afogar-se, that is the question

To be, or not to be, ou descentralizar ou afogar-se, that is the question

Já dizia Camões: navegar é preciso

Lemos artigos nacionais ou internacionais que orientam o executivo assoberbado de tarefas, delegar parte para os seus subordinados em princípio é isso aí mesmo.

Super homem mesmo só no cinema.

Fazendo tudo sozinho vai acabar elevando o estresse até virar algo nada saudável. Mesmo sem entrar em muito detalhe, a sequência do desastre é assim:

1- Eustresse: Estresse benéfico.

2- Distresse: Estresse na sua forma negativa, ou seja, o estresse excessivo.

3- Estresse: No seu sentido tradicional.

4- Depressão: Estresse mais profundo, já precisando de cuidados médicos.

5- Distimia: Tipo de depressão crônica, de moderada intensidade.

6- Síndrome de Burnout: Depressão no seu estado avançado.

7- Síndrome de Brownout: Escurecimento da paixão pelo trabalho que afetar altos executivos de uma empresa.

Frase que traduzi de um artigo:

"DELEGAR MAIS Uma maneira de limitar melhor o número de decisões que você deve tomar em um determinado dia é passar algumas delas para seus funcionários juniores.

Confie neles para fazer escolhas inteligentes e isso valerá a pena em mais de uma: as pesquisas mostra que dar à sua equipe autoridade para tomar decisões ajuda a melhorar o senso de eficiência e evita o esgotamento.”

É muito simples sugerir, orientar as pessoas delegarem seus afazeres. No entanto essa orientação precisar ser feita observando alguns cuidados:

1-Não se trata apenas de descentralizar, mas sim: descentralizar as operações e centralizar os resultados.

2-Verificar se a pessoa que vai processar as operações realmente está em condições de fazer o trabalho, ou precisa de um treinamento.

3-No transcorrer do processo, quem descentraliza precisa fazer uns checkpoints em determinadas fases estratégicas para que trabalho venha ter os resultados esperados. Não se deve esperar o fim do processo para, assim tardiamente confirmar que o serviço não foi feito como devia.

4-Peça para o funcionário explicar com as próprias palavras como deverá fazer a tarefa. Ele pode achar que entendeu e conseguir explicar o que vai fazer. Se alguém entende como fazer deveria ter condições de explicar como fazer.

5-Sempre os resultados iniciais deverão ser aprovados por quem delegou e assim autorizar sequenciar o processamento.

6-Se o funcionário cometer alguns erros nesse início, deve-se aproveitar a oportunidade para orientá-lo.Com certeza o funcionário no início não fará tão bem como quem descentralizou.

Com os devidos encômios que tanto merece o nosso saudoso e inesquecível Steve Jobs, tem uma sua afirmação, que precisa ser aceita com reservas. Sua frase:

“Concentre naquilo que você é bom e delegue todo o resto”.

Gostaria de alertar que a palavra RESTO deveria ser utilizadas com muito cuidado.

A palavra RESTO tem embutida a ideia de sobra, lixo, algo sem valor. Lixo é para ser jogado fora e não ser delegado. Um exemplo para reforçar:

"O resto do pessoal entrará no segundo turno".

Ninguém quer ser taxado, rotulado de resto. Seria de bom alvitre mudar para:

"Os outros funcionários entrarão no segundo turno".

Meu Amigo, minha Amiga se você está em posição de chefia, de liderança, se me permite vou fazer uma perguntinha: já pensou em descentralizar?

Seria interessante pensar sobre o assunto, mas é importante seguir o princípio aqui sugerido:

Descentralizar as operações e centralizar os resultados.

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