Time de Pessoas

"...estratégia de comportamento...". Não creio tratar-se de estratégia quando nos referimos a comportamento porquanto estratégia é o conjunto de fatores tais como: objetivo, foco, tipo, dentre outros, a partir dos quais pode-se selecionar e eleger alternativas e traçar ações para atingir-se os objetivos. A partir deste ponto os colaboradores precisam ser envolvidas de tal forma que passem a constituir um único time de pessoas coesas, motivadas e estimuladas a realizar o mesmo objetivo. A energia humana motivacional não deve ser dissipada por estímulos à competição interna e sim catalisada e canalizada para a obtenção dos resultados planejados. Essa energia é potencializada pela união de todos que compõem esse time, reforçada pela confiança e reconhecimento das competências individuais e pelo seu melhor aproveitamento, pela legitimação das lideranças, pela harmonia e alegria de estarem jogando juntos. O espírito de equipe deve fazer aflorar a colaboração e o apoio mútuo na superação das dificuldades e obstáculos. No futebol, o alvo é o gol do adversário e o nosso time vibra com a sua derrota. Então, o alvo das organizações são os seus adversários. Não! Não são. Adversário, nas organizações, é uma palavrinha inadequada e não deve se quer ser utilizada como sinônimo de concorrente posto que, nos negócios, ele não é o verdadeiro alvo. Os objetivos organizacionais estão voltados sempre para o mercado, este sim é o alvo e por duas necessidades natas das organizações, intrínsecas aos seus interesses antes mesmo de suas estratégias serem estabelecidas, quais sejam: sua ampliação através da geração novas demandas através da inovação e de riqueza que permita as famílias consumirem, também, os seus próprios produtos. O segundo, é a ampliação da sua participação neste mercado. Eventuais desaparecimentos de concorrentes não deve se dar por objetivo da organização nem, muito menos, do seu time. Isto ocorre como resultante das próprias leis de mercado, ao menos quando respeitados os limites impostos pela ética e da boa prática da competitividade. É desta forma que o comportamento coletivo deve se formar: uníssono, sincronizado, sonoro e harmonioso, costurado pela visão inteira e claramente compreendida do processo, focado nos resultados, capaz de apresentar soluções inovadoras, criativas e decisivas, sustentadas na participação e no envolvimento de todos, resultante da sinergia habilmente proporcionada por seus líderes, como fruto da cultura organizacional de foco no mercado.
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