Tempos de crise

Na atual situação politico econômica do país, nos deparamos com um assunto que inevitavelmente torna-se pauta do nosso cotidiano: a crise

Ontem na minha tradicional noite de confraria com as amigas, em meio a tanto assunto chegamos àquele mais comentado do momento: a crise. E o que nós temos a ver com a crise afinal? Quem está sendo mais afetado pela crise?

Hoje orientando um gestor sobre como proceder em relação a certos comportamentos inadequados de sua equipe, chegamos mais uma vez ao assunto: a crise. E o que nós temos a ver com a crise afinal? O que isto interfere em meu trabalho?

Amanhã certamente em algum momento novamente o assunto virá à tona e com certeza estará nos meus assuntos, nos seus e dos outros. Mas o que você está fazendo para mudar esta situação?

Do ponto de vista profissional, meu discurso tem sido sempre o mesmo, de que a crise é um meio de seleção. A empresa dificilmente irá se desfazer de um profissional que agrega à empresa e sim rescindirá com aqueles que a tempos não apresentam a necessidade de mantê-los. Na contratação, o colaborador é informado de que não estávamos selecionando um cumpridor de tarefas e sim alguém que tenha o “algo a mais”, alguém que possa pensar sobre o que lhe foi designado e ter atitude para somar a empresa. Alguns colaboradores compram esta ideia e destinam suas energias na busca de expor o seu melhor, outros fazem o mesmo mas por um período curto de tempo e outros simplesmente não o fazem.

Mais do que nunca os profissionais tem de mostrar a sua importância e para isto devem dar o que tem de melhor que é tempo e energia, porém em uma era de conectividade, dificilmente alguém destina 100% de seu tempo e energia para o trabalho. Mesmo os mais dispostos, se não criarem o habito de se desconectar (salvo atividades em que isso seja da atividade profissional), o trabalho fica prejudicado pela falta de foco. O que acontece é que as pessoas se acostumam, por exemplo, a acessar as redes sociais com frequência e estas tem o poder de fazer com que se perca a noção do tempo e que se iniba a possibilidade de utilizar um tempo (talvez até ocioso) para criar, inovar. Isso porque hábitos ruins são difíceis de largar, já os bons, são difíceis de adquirir. Contudo é possível mudá-los desde que os mantenha tempo suficiente. Estudos recentes indicam que em média leva-se 66 dias para mudar um hábito, mas pode levar até 21 dias se houver dedicação e manter-se longe dos antigos e inadequados.

E você? Está disposto a mudar?

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