Tem que ser bom...

...para as duas partes. Quando vejo esta frase começo a refletir: realmente tem que ser bom. Analisando o mercado empreendedor, é possível dizer que o maior patrimônio de uma empresa hoje é o capital intelectual que ela possua. A partir do momento que o empreendedor observa seu funcionário como um parceiro e colaborador, começa a incentivar características importantes para a evolução pessoal e profissional. Por fim da empresa pelo qual os dois defendem e dependem, características como criatividade, liderança, agilidade, etc. Existe uma grande revolução profissional e empreendedora despontando neste terceiro milênio. Somente vão encontrar espaço neste momento de alta competitividade aqueles que tiverem a afinidade para encarar o processo de mudança com muita tranqüilidade. Muitos fatores que farão do profissional do terceiro milênio, um apaixonado pela empresa que atua, pois mais que funcionário é importante sentir parte fundamental da empresa. Mas isto só vai ocorrer a partir do momento que sua satisfação pessoal for atendida, quando se tiver o prazer de trabalhar, orgulho de ver suas idéias sendo colocadas em prática, e surtindo bons resultados, sentir se valorizado e ter o reconhecimento da sua capacidade intelectual e de realização, sentir-se importante para a perenidade da empresa. As empresas hoje não querem mais contratar profissionais "manda que eu faço" os famosos capatazes. As empresas querem líderes comandando lideres, e como todos sabemos uma liderança pode ser formada com espírito de equipe, respeito, submissão...submissão??? Sim, submissão, pois a partir do momento que se tem objetivos comuns e as tarefas fazem parte de um grande "todo" é importante que se tenha um processo de hierarquia para que cada profissional saiba seu papel na conquista do "todo", mas sem comprometer sua liderança dando-se espaço para a criatividade sem limites sem invadir espaços alheios. Este perfil de profissional do terceiro milênio está ligado diretamente a busca incansável por informações através de palestras, cursos, livros, revistas especializadas, internet, etc. Você só terá condições de discutir idéias, ser criativo, se tiver conteúdo. Ai você pode perguntar? Muito bonito no discurso, e na prática? O dia a dia quem faz é você. Seu poder de convencimento tem que estar muito afiado para que possa convencer as pessoas que seu projeto é o melhor. E só vai conseguir isto se tiver informações. Conhecimento. Em seguida vem a agilidade. A capacidade de por em prática as idéias e os ideais do empreendedor e do colaborador que a partir dai já não é mais funcionário e sim participante das decisões a serem tomadas. Quando todos participam das decisões o processo de realização é muito mais fácil, pois se tem uma administração participativa, tem pessoas leais lutando por objetivos comuns. Ai vem a sensibilidade do empreendedor de reconhecer que se os objetivos foram alcançados e produziram lucros, tem que haver a participação de todos que estiveram envolvidos no processo. Só assim vai ser bom para as duas partes. e-mail - j.guto@acim.org.br
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