TELEVISÃO: UMA REALIDADE, NÃO A REALIDADE

Independente do conteúdo veiculado, já é um consenso que a televisão (como o computador) é capaz de exercer efeitos negativos sobre qualquer indivíduo se usada como principal ponte para o mundo, desestimulando-o a vivenciar as próprias experiências (o que mantém a mente em letargia e embota o senso crítico), tornando-o mero voyer, e fechando seus olhos a outras alternativas de entretenimento e informação.

Independente do conteúdo veiculado, já é um consenso que a televisão (como o computador) é capaz de exercer efeitos negativos sobre qualquer indivíduo se usada como principal ponte para o mundo, desestimulando-o a vivenciar as próprias experiências (o que mantém a mente em letargia e embota o senso crítico), tornando-o mero voyer, e fechando seus olhos a outras alternativas de entretenimento e informação. No entanto, sobre crianças (que antes dos 7 anos mal distinguem realidade de fantasia) e adolescentes a exagerada exposição à TV é especialmente nociva. Não é preciso ler as centenas de estudos já publicados a respeito. Qualquer professor sabe o quanto é difícil dialogar e transmitir valores a alunos superexpostos à telinha. Infelizmente, são nossas crianças as que passam mais tempo ligadas em TV no planeta. Segundo pesquisa do instituto americano de pesquisas Ipsos, que abrangeu dez países , são três horas, no mínimo (contra o máximo de duas horas nos demais).
O Instituto foi além e aferiu outros itens, nos quais o Brasil foi o pior colocado: 43% das nossas crianças não lêem livros hora alguma; 43% não brincam com amigos; 69% jamais usam computador (só o México nos supera, com 71%); 79% não praticam esportes em equipe. Em conseqüência, crescem com problemas de socialização, mal informadas e absorvendo abusivamente uma programação que apela para o consumo, o erotismo precoce e a violência. Referimo-nos a boa parte do conteúdo da TV aberta, pois TVs por assinatura oferecem rica programação cultural, mas ainda são artigos de luxo por aqui (dos participantes do último Enem, os que possuíam TV por assinatura em casa somaram 14,1 pontos à nota).

Uma das razões da superexposição é uma falha em nosso sistema educacional: em média, os alunos passam minguadas quatro horas por dia na escola. A TV preenche parte do tempo restante. A despeito do Plano Nacional de Educação, aprovado em 2001, determinar a expansão da jornada, ainda não se tomou nenhuma medida para que a meta se cumpra. O MEC quer aumentar o número de anos do ensino fundamental, ao invés de implantar o turno integral, o que possibilitaria o desenvolvimento de projetos extra-curriculares, práticas esportivas e culturais e contribuiria para um sadio crescimento físico e emocional.


Outra razão para a overdose de TV está no fato dos pais brasileiros não terem muito tempo ou recursos para dedicar-se aos filhos, sobretudo nas classes baixas, que usam a TV como babá eletrônica. Poucos avaliam a influência da TV sobre um jovem sem valores sólidos. Se ele vive em um ambiente cultural favorável e dialoga com a família e professores sobre o que assiste, não será tão prejudicado. Para o que vive em comunidades subescolarizadas e violentas e não tem a quem pedir esclarecimentos, a incorporação do confuso mundo veiculado pela TV é catastrófica.
Segundo pesquisa do IBOPE do fim dos anos 90, 46% dos pais brasileiros não controlam o tempo que os filhos vêem TV, embora 68% admitam que ela influi na formação e 41% que atrapalha a educação, pois afasta-os dos estudos (42%), torna-os indisciplinados (9%), expõem-nos à pornografia (8%) e à violência (13%). Só 25% reconhecem que a TV pode ser também fonte de informações e cultura. Contudo, 57% não se preocupam com o conteúdo da programação. Deveriam.


Os Estados Unidos desenvolveram talvez o maior número de estudos sobre o impacto da TV na educação e disponibilizam dados preocupantes: 57% dos programas televisivos (e 66% dos infantis, que contêm 26 ações violentas por hora) mostram cenas violentas; em ¾ deles a violência é impune e em 58% a dor da vítima é ignorada. A criança testemunha 16 mil assassinatos na telinha até os 18 anos e a exposição repetida resulta em dessenssibilização.

Em 2002, pesquisadores da Universidade de Columbia divulgaram na revista Science pesquisa iniciada em 1975 e finalizada em 2000, período em que acompanharam 707 famílias com filhos até dez anos. Concluíram que, independente de fatores de risco (pobreza, uso de drogas etc.), a quantidade de horas que o adolescente com idade média de 14 anos vê TV está associada à prática de atos violentos: de brigas a homicídios. Entre jovens com idade média de 22 anos, os resultados foram semelhantes: a violência cresce na proporção direta do número de horas frente à TV (mais de três por dia). Foi um dos estudos mais completos sobre o tema e provou que a exposição exagerada à TV, sobretudo quando os sinais captam programas de baixa qualidade, tem efeitos perversos também sobre adultos. Como educadores, pouco podemos fazer por eles. Crianças e adolescentes, porém, estão ao nosso alcance. É hora de encorajá-los a se levantar da poltrona e aprender com a vida real.



Independente do conteúdo veiculado, já é um consenso que a televisão (como o computador) é capaz de exercer efeitos negativos sobre qualquer indivíduo se usada como principal ponte para o mundo, desestimulando-o a vivenciar as próprias experiências (o que mantém a mente em letargia e embota o senso crítico), tornando-o mero voyer, e fechando seus olhos a outras alternativas de entretenimento e informação. No entanto, sobre crianças (que antes dos 7 anos mal distinguem realidade de fantasia) e adolescentes a exagerada exposição à TV é especialmente nociva. Não é preciso ler as centenas de estudos já publicados a respeito. Qualquer professor sabe o quanto é difícil dialogar e transmitir valores a alunos superexpostos à telinha. Infelizmente, são nossas crianças as que passam mais tempo ligadas em TV no planeta. Segundo pesquisa do instituto americano de pesquisas Ipsos, que abrangeu dez países , são três horas, no mínimo (contra o máximo de duas horas nos demais).
O Instituto foi além e aferiu outros itens, nos quais o Brasil foi o pior colocado: 43% das nossas crianças não lêem livros hora alguma; 43% não brincam com amigos; 69% jamais usam computador (só o México nos supera, com 71%); 79% não praticam esportes em equipe. Em conseqüência, crescem com problemas de socialização, mal informadas e absorvendo abusivamente uma programação que apela para o consumo, o erotismo precoce e a violência. Referimo-nos a boa parte do conteúdo da TV aberta, pois TVs por assinatura oferecem rica programação cultural, mas ainda são artigos de luxo por aqui (dos participantes do último Enem, os que possuíam TV por assinatura em casa somaram 14,1 pontos à nota).
Uma das razões da superexposição é uma falha em nosso sistema educacional: em média, os alunos passam minguadas quatro horas por dia na escola. A TV preenche parte do tempo restante. A despeito do Plano Nacional de Educação, aprovado em 2001, determinar a expansão da jornada, ainda não se tomou nenhuma medida para que a meta se cumpra. O MEC quer aumentar o número de anos do ensino fundamental, ao invés de implantar o turno integral, o que possibilitaria o desenvolvimento de projetos extra-curriculares, práticas esportivas e culturais e contribuiria para um sadio crescimento físico e emocional.
Outra razão para a overdose de TV está no fato dos pais brasileiros não terem muito tempo ou recursos para dedicar-se aos filhos, sobretudo nas classes baixas, que usam a TV como babá eletrônica. Poucos avaliam a influência da TV sobre um jovem sem valores sólidos. Se ele vive em um ambiente cultural favorável e dialoga com a família e professores sobre o que assiste, não será tão prejudicado. Para o que vive em comunidades subescolarizadas e violentas e não tem a quem pedir esclarecimentos, a incorporação do confuso mundo veiculado pela TV é catastrófica.
Segundo pesquisa do IBOPE do fim dos anos 90, 46% dos pais brasileiros não controlam o tempo que os filhos vêem TV, embora 68% admitam que ela influi na formação e 41% que atrapalha a educação, pois afasta-os dos estudos (42%), torna-os indisciplinados (9%), expõem-nos à pornografia (8%) e à violência (13%). Só 25% reconhecem que a TV pode ser também fonte de informações e cultura. Contudo, 57% não se preocupam com o conteúdo da programação. Deveriam.
Os Estados Unidos desenvolveram talvez o maior número de estudos sobre o impacto da TV na educação e disponibilizam dados preocupantes: 57% dos programas televisivos (e 66% dos infantis, que contêm 26 ações violentas por hora) mostram cenas violentas; em ¾ deles a violência é impune e em 58% a dor da vítima é ignorada. A criança testemunha 16 mil assassinatos na telinha até os 18 anos e a exposição repetida resulta em dessenssibilização.
Em 2002, pesquisadores da Universidade de Columbia divulgaram na revista Science pesquisa iniciada em 1975 e finalizada em 2000, período em que acompanharam 707 famílias com filhos até dez anos. Concluíram que, independente de fatores de risco (pobreza, uso de drogas etc.), a quantidade de horas que o adolescente com idade média de 14 anos vê TV está associada à prática de atos violentos: de brigas a homicídios. Entre jovens com idade média de 22 anos, os resultados foram semelhantes: a violência cresce na proporção direta do número de horas frente à TV (mais de três por dia). Foi um dos estudos mais completos sobre o tema e provou que a exposição exagerada à TV, sobretudo quando os sinais captam programas de baixa qualidade, tem efeitos perversos também sobre adultos. Como educadores, pouco podemos fazer por eles. Crianças e adolescentes, porém, estão ao nosso alcance. É hora de encorajá-los a se levantar da poltrona e aprender com a vida real.



Independente do conteúdo veiculado, já é um consenso que a televisão (como o computador) é capaz de exercer efeitos negativos sobre qualquer indivíduo se usada como principal ponte para o mundo, desestimulando-o a vivenciar as próprias experiências (o que mantém a mente em letargia e embota o senso crítico), tornando-o mero voyer, e fechando seus olhos a outras alternativas de entretenimento e informação. No entanto, sobre crianças (que antes dos 7 anos mal distinguem realidade de fantasia) e adolescentes a exagerada exposição à TV é especialmente nociva. Não é preciso ler as centenas de estudos já publicados a respeito. Qualquer professor sabe o quanto é difícil dialogar e transmitir valores a alunos superexpostos à telinha. Infelizmente, são nossas crianças as que passam mais tempo ligadas em TV no planeta. Segundo pesquisa do instituto americano de pesquisas Ipsos, que abrangeu dez países , são três horas, no mínimo (contra o máximo de duas horas nos demais).
O Instituto foi além e aferiu outros itens, nos quais o Brasil foi o pior colocado: 43% das nossas crianças não lêem livros hora alguma; 43% não brincam com amigos; 69% jamais usam computador (só o México nos supera, com 71%); 79% não praticam esportes em equipe. Em conseqüência, crescem com problemas de socialização, mal informadas e absorvendo abusivamente uma programação que apela para o consumo, o erotismo precoce e a violência. Referimo-nos a boa parte do conteúdo da TV aberta, pois TVs por assinatura oferecem rica programação cultural, mas ainda são artigos de luxo por aqui (dos participantes do último Enem, os que possuíam TV por assinatura em casa somaram 14,1 pontos à nota).
Uma das razões da superexposição é uma falha em nosso sistema educacional: em média, os alunos passam minguadas quatro horas por dia na escola. A TV preenche parte do tempo restante. A despeito do Plano Nacional de Educação, aprovado em 2001, determinar a expansão da jornada, ainda não se tomou nenhuma medida para que a meta se cumpra. O MEC quer aumentar o número de anos do ensino fundamental, ao invés de implantar o turno integral, o que possibilitaria o desenvolvimento de projetos extra-curriculares, práticas esportivas e culturais e contribuiria para um sadio crescimento físico e emocional.
Outra razão para a overdose de TV está no fato dos pais brasileiros não terem muito tempo ou recursos para dedicar-se aos filhos, sobretudo nas classes baixas, que usam a TV como babá eletrônica. Poucos avaliam a influência da TV sobre um jovem sem valores sólidos. Se ele vive em um ambiente cultural favorável e dialoga com a família e professores sobre o que assiste, não será tão prejudicado. Para o que vive em comunidades subescolarizadas e violentas e não tem a quem pedir esclarecimentos, a incorporação do confuso mundo veiculado pela TV é catastrófica.
Segundo pesquisa do IBOPE do fim dos anos 90, 46% dos pais brasileiros não controlam o tempo que os filhos vêem TV, embora 68% admitam que ela influi na formação e 41% que atrapalha a educação, pois afasta-os dos estudos (42%), torna-os indisciplinados (9%), expõem-nos à pornografia (8%) e à violência (13%). Só 25% reconhecem que a TV pode ser também fonte de informações e cultura. Contudo, 57% não se preocupam com o conteúdo da programação. Deveriam.
Os Estados Unidos desenvolveram talvez o maior número de estudos sobre o impacto da TV na educação e disponibilizam dados preocupantes: 57% dos programas televisivos (e 66% dos infantis, que contêm 26 ações violentas por hora) mostram cenas violentas; em ¾ deles a violência é impune e em 58% a dor da vítima é ignorada. A criança testemunha 16 mil assassinatos na telinha até os 18 anos e a exposição repetida resulta em dessenssibilização.
Em 2002, pesquisadores da Universidade de Columbia divulgaram na revista Science pesquisa iniciada em 1975 e finalizada em 2000, período em que acompanharam 707 famílias com filhos até dez anos. Concluíram que, independente de fatores de risco (pobreza, uso de drogas etc.), a quantidade de horas que o adolescente com idade média de 14 anos vê TV está associada à prática de atos violentos: de brigas a homicídios. Entre jovens com idade média de 22 anos, os resultados foram semelhantes: a violência cresce na proporção direta do número de horas frente à TV (mais de três por dia). Foi um dos estudos mais completos sobre o tema e provou que a exposição exagerada à TV, sobretudo quando os sinais captam programas de baixa qualidade, tem efeitos perversos também sobre adultos. Como educadores, pouco podemos fazer por eles. Crianças e adolescentes, porém, estão ao nosso alcance. É hora de encorajá-los a se levantar da poltrona e aprender com a vida real.



Independente do conteúdo veiculado, já é um consenso que a televisão (como o computador) é capaz de exercer efeitos negativos sobre qualquer indivíduo se usada como principal ponte para o mundo, desestimulando-o a vivenciar as próprias experiências (o que mantém a mente em letargia e embota o senso crítico), tornando-o mero voyer, e fechando seus olhos a outras alternativas de entretenimento e informação. No entanto, sobre crianças (que antes dos 7 anos mal distinguem realidade de fantasia) e adolescentes a exagerada exposição à TV é especialmente nociva. Não é preciso ler as centenas de estudos já publicados a respeito. Qualquer professor sabe o quanto é difícil dialogar e transmitir valores a alunos superexpostos à telinha. Infelizmente, são nossas crianças as que passam mais tempo ligadas em TV no planeta. Segundo pesquisa do instituto americano de pesquisas Ipsos, que abrangeu dez países , são três horas, no mínimo (contra o máximo de duas horas nos demais).
O Instituto foi além e aferiu outros itens, nos quais o Brasil foi o pior colocado: 43% das nossas crianças não lêem livros hora alguma; 43% não brincam com amigos; 69% jamais usam computador (só o México nos supera, com 71%); 79% não praticam esportes em equipe. Em conseqüência, crescem com problemas de socialização, mal informadas e absorvendo abusivamente uma programação que apela para o consumo, o erotismo precoce e a violência. Referimo-nos a boa parte do conteúdo da TV aberta, pois TVs por assinatura oferecem rica programação cultural, mas ainda são artigos de luxo por aqui (dos participantes do último Enem, os que possuíam TV por assinatura em casa somaram 14,1 pontos à nota).
Uma das razões da superexposição é uma falha em nosso sistema educacional: em média, os alunos passam minguadas quatro horas por dia na escola. A TV preenche parte do tempo restante. A despeito do Plano Nacional de Educação, aprovado em 2001, determinar a expansão da jornada, ainda não se tomou nenhuma medida para que a meta se cumpra. O MEC quer aumentar o número de anos do ensino fundamental, ao invés de implantar o turno integral, o que possibilitaria o desenvolvimento de projetos extra-curriculares, práticas esportivas e culturais e contribuiria para um sadio crescimento físico e emocional.
Outra razão para a overdose de TV está no fato dos pais brasileiros não terem muito tempo ou recursos para dedicar-se aos filhos, sobretudo nas classes baixas, que usam a TV como babá eletrônica. Poucos avaliam a influência da TV sobre um jovem sem valores sólidos. Se ele vive em um ambiente cultural favorável e dialoga com a família e professores sobre o que assiste, não será tão prejudicado. Para o que vive em comunidades subescolarizadas e violentas e não tem a quem pedir esclarecimentos, a incorporação do confuso mundo veiculado pela TV é catastrófica.
Segundo pesquisa do IBOPE do fim dos anos 90, 46% dos pais brasileiros não controlam o tempo que os filhos vêem TV, embora 68% admitam que ela influi na formação e 41% que atrapalha a educação, pois afasta-os dos estudos (42%), torna-os indisciplinados (9%), expõem-nos à pornografia (8%) e à violência (13%). Só 25% reconhecem que a TV pode ser também fonte de informações e cultura. Contudo, 57% não se preocupam com o conteúdo da programação. Deveriam.
Os Estados Unidos desenvolveram talvez o maior número de estudos sobre o impacto da TV na educação e disponibilizam dados preocupantes: 57% dos programas televisivos (e 66% dos infantis, que contêm 26 ações violentas por hora) mostram cenas violentas; em ¾ deles a violência é impune e em 58% a dor da vítima é ignorada. A criança testemunha 16 mil assassinatos na telinha até os 18 anos e a exposição repetida resulta em dessenssibilização.
Em 2002, pesquisadores da Universidade de Columbia divulgaram na revista Science pesquisa iniciada em 1975 e finalizada em 2000, período em que acompanharam 707 famílias com filhos até dez anos. Concluíram que, independente de fatores de risco (pobreza, uso de drogas etc.), a quantidade de horas que o adolescente com idade média de 14 anos vê TV está associada à prática de atos violentos: de brigas a homicídios. Entre jovens com idade média de 22 anos, os resultados foram semelhantes: a violência cresce na proporção direta do número de horas frente à TV (mais de três por dia). Foi um dos estudos mais completos sobre o tema e provou que a exposição exagerada à TV, sobretudo quando os sinais captam programas de baixa qualidade, tem efeitos perversos também sobre adultos. Como educadores, pouco podemos fazer por eles. Crianças e adolescentes, porém, estão ao nosso alcance. É hora de encorajá-los a se levantar da poltrona e aprender com a vida real.



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