Café com ADM
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Sou um Administrador. E agora?

A minha tarefa geral como Administrador será criar dentro da empresa um ambiente que facilite a obtenção de seu objetivo. Ou seja, o Administrador é responsável pelo ambiente em que seus subordinados trabalham. O Administrador hábil cria condições condizentes ao trabalho efetivo. Por outro lado, nunca deveremos esquecer as funções básicas do Administrador, que são: Planejar. Pensar futuro e tomar decisões antecipadas. Planejar as operações de seus subordinados, selecionar objetivos e procedimentos para atingi-los. Organizar. Envolve a determinação e enumeração de atividades necessárias para atingir os objetivos. Dirigir. Orientar e supersionar os subordinados, dirigindo-lhes o trabalho. Controlar. Comparar o planejado e o realizado, medir os resultados efetivos e corrigir os desvios negativos, assegurando a realização dos planos. Já é tempo dos Administradores olharem com olhos críticos e refletirem sobre uma Perestróika, a queda do muro de Berlin, a unificação das alemanhas, a Comunidade Econômica Européia, o desenvolvimento dos tigres asiáticos e, mais ao seu lado, os movimentos populares pró-democracia, os mutirões, as associações de bairro, de preservação da natureza, além de diversas iniciativas bem sucedidas na aplicação da gestão participativa, para entenderem que é vital à sua empresa e país a participação de todos na administração para conseguirmos vencer a apatia que aí está, e recuperarmos nossa capacidade de produzir, de competir e se desenvolver. É, pois, o momento de participar; de criar um estilo de gerenciamento próprio adaptando à nossa cultura, estudando as técnicas e os princípios que já lograram êxito; analisando nossas falhas, trocando experiências; buscando soluções conjuntas e motivando a todos para um mutirão intelectual, de modo de readquirirmos a competitividade ampla de nossas empresas. Os caminhos não serão fáceis. Será necessário apoio e comprometimento da alta administração, muita persistência, treinamento e paciência. Deveremos estar preparados para aceitar os erros, enfretarmos resistências, desconfianças, ceticismos, lutas de poder, afinal, estaremos mudando uma cultura rigida, enraizada, forte como um carvalho, por outra mais fina, esguia e flexivel como um bambu, para resistir aos furacões que estão por vir. Mudar não é somente um ato de coragem, mas de bom senso. Motivar a participação, a criatividade, saber ouvir , delegar e acreditar na competência de nossos funcionários é sinal de maturidade administrativa. É vontade de ser mais competitivo, de crescer, se firmar num mercado livre, sem fronteiras. É viver sem medo. Sobre o papel do Administrador, como em qualquer área do trabalho humano, muito mais poderia ser dito. Ferramentas e técnicas devem ser adquiridas e usadas. Técnicas e quaisquer tipo de processos e procedimentos devem ser aprendidos. E Administradores que realmente entenderem estes princípios serão bem sucedidos.
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