Só existe uma forma de liderar

Ainda devemos falar sobre liderança? Como ser líder de nós mesmos? Como ter uma equipe engajada e de sucesso?

Quando o assunto é liderança é comum que já imaginemos um ambiente de trabalho, onde o líder é o chefe, o que comanda, o que inspira. Se insistirmos no pensamento nos recordamos de líderes em outras esferas: líderes espirituais, grandes líderes mundiais da atualidade ou do passado. Mas será que ainda é válido falarmos de liderança nos tempos atuais? Em tempos de home office, de empreendedorismo, de startups?

Busca-se, atualmente, certa liberdade profissional. Queremos “fazer nosso horário” ou “ser nosso próprio chefe” e ainda “desenvolver um negócio do zero”. O empreendedorismo é visto como um grande objetivo para jovens e adultos, para profissionais recém-formados e também para quem está prestes a se aposentar e quer continuar na ativa.

Mas quais as habilidades necessárias para levar este sonho à diante?

Quando vemos números como os divulgados na última pesquisa Demografia das Empresas realizada pelo IBGE em setembro de 2015, que revela que a metade das empresas brasileiras fecham as portas após 4 anos de existência, percebemos certa incoerência. O sonho torna-se real, mas, numa análise simples, na metade das vezes, por tempo limitado.

Em resposta ao questionamento aberto no primeiro parágrafo, vale sim falar sobre liderança! Deve-se falar sobre liderança e entender, de fato, o que este conceito significa.

Estamos carentes de líderes íntegros, plenos, inspiradores. Líderes que entendam que é necessário mais que conhecimento técnico e que a razão para o sucesso de qualquer organização são as pessoas.

Sim! As pessoas! Tudo no mundo é feito por meio de pessoas e para as pessoas. Talvez o grande problema deste conceito seja sua obviedade e simplicidade. Sabemos disso, mas que ações tomamos a respeito? Será que buscamos clientes ao invés de vendas? Um tem potencial de longo prazo e outro contribuirá para o objetivo do mês. E então? Que aprendizado podemos tirar disso?

Esse líder deve ser você!

Independentemente do fato de ocupar ou não cargos de gestão, todos devemos ser líderes e entender que a única variável é o tamanho da equipe. Numa startup ou no home office, por exemplo, a equipe pode ser uma pessoa só, nós mesmos.

Compreender esse agente (o eu) é o primeiro passo para tornar-se um grande líder.
Somos líderes de nós mesmos? Confiamos em nós mesmos? Conhecemos à nós mesmos? Sabemos como funcionamos? O que nos inspira? Qual é o nosso caminho e nosso objetivo?

Essas perguntas são fundamentais para o desenvolvimento do autoconhecimento que gerará uma postura pessoal/profissional de acordo com nossos anseios, princípios e valores. Ao eliminarmos os conflitos internos transpareceremos mais segurança, o que aumentará nosso nível de credibilidade com a equipe e com nós mesmos.

Ser líder não é apenas delegar demandas, mas, junto com a equipe, apontar uma direção, elaborar a melhor estratégia, verificar e treinar as habilidades necessárias para a execução, mensurar os resultados e dar feedbacks visando o desenvolvimento mútuo.

Examine qual o maior problema da sua equipe e, depois, verifique se você possui a habilidade necessária para resolver este problema. A equipe é reflexo do líder, portanto, só existe uma forma eficiente de liderar... pelo exemplo.

O líder que é exemplo de pontualidade, assiduidade, produtividade, foco, organização, comunicação, transparência, honestidade, integridade e ainda se desenvolve continuamente, certamente terá uma equipe que possui as mesmas características ou está se moldando a partir do que o líder apresenta.

Quer ser um líder melhor? O coaching pode te ajudar a se desenvolver em cada um dos tópicos citados aqui.

Faça uma gestão orientada para resultados mas baseada em pessoas!

Rildo Freitas
Coach
(61) 9 9912-7565

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