Resoluções para 2016: que as intenções se tornem ações

Uma empreitada de sucesso não é fruto do acaso ou das marés, e sim de engajamento, espírito de corpo e esforço coletivo.

Ano novo chegando, e a esperança de dias melhores se mantém. Dias esses em que o desenvolvimento econômico dará lugar à recessão, a justiça social dará lugar à exclusão e o talento conjugado com o esforço e a fé darão lugar à letargia advinda da corrupção e à superficialidade do ter ao invés do ser.

Para tanto, devemos fazer alguns deveres de casa.

Primeiramente, devemos escolher as pessoas certas para os lugares certos. Que o voto, esse que iguala desiguais e atribui a mesma medida para todos, seja usado para escolher pessoas justas, competentes e comprometidas com a coisa pública e o interesse social. Afinal de contas, saber escolher aqueles que nos representam também é saber administrar, na medida em que a Administração é a ciência que trata do processo decisório nas nossas vidas, nas nossas empresas e na nossa realidade social.

Na sequência, devemos cobrar de nossos representantes ações e projetos que reconduzirão o país ao desenvolvimento sustentável, que é algo maior e mais perene que estádios de futebol, arenas olímpicas e portos maravilhas. Para que esse modelo de desenvolvimento se viabilize, são necessárias algumas reformas estruturais que nos tornem mais competitivos, tais como: trabalhista, previdenciária, tributária, política e da Administração Pública. Afinal de contas, se quisermos voltar a crescer com bem-estar, devemos eliminar gorduras, gargalos e jabutis que impedem o país de rivalizar comercialmente com Chinas, Índias, Chiles, dentre outros.

Ademais, precisamos retomar a confiança em nós mesmos e em nosso país, e não ficarmos no barco esperando o momento de pular para o mar. Precisamos ter fé no futuro, trabalho dedicado e disciplina nos momentos de tribulações. Somente assim superaremos Dilmas, Cunhas, Renans, radicalismos e ideologias ultrapassadas e alienantes, bem como pessoas oportunistas e inescrupulosas de nossas vidas e da vida pública.

Em suma, estas são as resoluções de que precisamos para que nosso país seja muito mais do que um cartão postal ou uma capa negativa da The Economist. Se quisermos acreditar nelas e tirá-las do papel, certamente nos tornaremos maiores e melhores. Se não, então aguardemos o momento de pular do barco, pois uma empreitada de sucesso não é fruto do acaso ou das marés, e sim de engajamento, espírito de corpo e esforço coletivo.

Um forte abraço a todos e fiquem com Deus!

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