Relações Humanas X movimentações financeiras, qualquer semelhança é mera coincidência

Com o passar dos tempos o homem que outrora vivia isolado, agora se relaciona com os outros por meio de aplicações, depósitos e retiradas

Desde os primórdios quando o homem sapiens percebeu que já não poderia mais viver isolado, este sentiu a necessidade de viver em grupo e em sociedade, na qual são regidas por regras e normas de condutas.

O tempo passou e este que outrora vivia isolado, agora se relaciona com os outros por meio de aplicações, depósitos e retiradas.

Fazemos aplicações humanas quando investimos no outro, com o intuito de vê-lo bem e progredindo, sem interesses pessoais.

Porém, na sociedade capitalista que vivemos nem todos agem desta maneira, são cada vez mais comuns os casos em que alguém investe no outro, sempre querendo algo em troca.

Em paralelo as aplicações, têm os depósitos que se configura, toda vez que agimos com cortesia para com o outro, quando cumprimentamos, agimos com respeito e honestidade, quando somos justo, compreensivos e verdadeiros, quando estamos juntos nos momentos bons e ruins.

Mas, como o ser humano não é perfeito, este faz retiradas, em alguns casos sem ter feito um único deposito.

Fazemos retiradas todas às vezes que traímos a confiança do outro, quando somos injustos, quando enganamos ou somos hipócritas.

Fazemos retiradas quando somos indiferentes e céticos aos sentimentos alheio e principalmente quando nos sentimos superiores e prepotentes.

Fazemos retiradas quando prometemos e não entregamos , quando não assumimos nossas culpas e pior, quando culpamos o outro pelas nossas falhas e fracassos.

Como podemos perceber as relações humanas, tem muito a ver com o sistema financeiro, através das aplicações, depósitos e retiradas. Este tripé são os elementos principais nos relacionamentos entre as pessoas.

O segredo deste tripé será desvendado por aqueles que conseguirem conviver com esta dinâmica, para que possam fazer suas aplicações e seus depósitos, sem esperar nada em troca, simplesmente por amor ao seu próximo.

Um amor que transcende a alma, que não seja baseado em sentimentos, e sim um amor puro e verdadeiro que seja demonstrado nos depósitos e aplicações humanas do dia a dia.

Referência: James C. Hunter - Monge e o Executivo: uma História sobre a Essência da Liderança – 2004.

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