Quatro aspectos para manter seu negócio bem sucedido
Quatro aspectos para manter seu negócio bem sucedido

Quatro aspectos para manter seu negócio bem sucedido

Quatro aspectos necessários para que um empreendedor tenha êxito em seu negócio

Empreender no Brasil tem se tornado, cada vez mais, uma das tarefas mais difíceis no campo da administração, seja por aspectos econômicos, políticos ou sociais. Muitos gestores e empreendedores lidam todos os dias com as mais diversas ameaças e oportunidades em suas tomadas de decisão, e objetivam aprimorar ou manter seus negócios ativos no mercado, em meio às questões peculiares que ocorrem no Brasil, referente a vários aspectos, dentre eles, culturais, políticos ou econômicos.

Uma grande parte dos empreendedores brasileiros decide abrir seu próprio negócio levada pelo desejo de se tornarem “donos” de seu próprio negócio, ou devido às dificuldades econômicas da atualidade e o desemprego pode ser considerada uma delas. No entanto, a maioria das decisões, quando levadas pelo âmbito da emoção, podem ocasionar certas fraquezas para o ato de empreender, e estas serão verificadas mediante o desempenho da organização. Então, veja quatro aspectos necessários para que um empreendedor tenha êxito em seu negócio:

1) Monitorar o desempenho do negócio: o gerenciamento de um negócio ou empresa não deve se restringir somente às informações apresentadas em forma de relatórios, por intermédio de um sistema, ou software. Essas informações são relevantes, porém precisam ser visualizadas e confrontadas com a realidade e o contexto local em que estas empresas se encontram inseridas.

Torna-se necessário um efetivo mapeamento das informações, tarefas e atividades desempenhadas para que as funções da administração (planejar, controlar, organizar e liderar) sejam respeitadas e conduzidas da melhor forma. A mensuração dos resultados em termos de lucro somente pode ser considerada fraca ou prejudicial à empresa caso sua ocorrência aconteça de forma não adequada.

Acompanhar o seu negócio não significa estar presente fisicamente, no entanto, pode-se afirmar que o entendimento claro e transparente de todas as informações essenciais para a sobrevivência da organização devem ser medidas e monitoradas eficazmente, e em todos os aspectos e direções que o seu produto percorra, desde as fontes de insumos ou matérias-primas até ao consumidor final.

Empreender com eficácia para acompanhar o desempenho de seu negócio inicia-se com o desejo de inteirar-se dos mais diversos aspectos que permeiam a organização, e não desvincular-se dessa responsabilidade, delegando total controle a terceiros para a realização destas atividades.

2) Controle financeiro: todos que almejam empreender necessitam desenvolver habilidades e competências para o bom e perfeito entendimento dos fluxos financeiros que regem uma organização. Todos os processos de venda de produtos ou serviços exigem troca de informações financeiras, desde um simples cadastro de um cliente à troca ou substituição de um produto com defeito.

A parte operacional da área financeira é eficazmente preenchida por uma série de planilhas e dados financeiros diários, mensais ou anuais, no entanto, a questão é como empreender de forma bem sucedida através destes dados e informações disponíveis. A chave da questão se encontra na forma de controle desses dados financeiros. O empreendedor, primeiramente, deve alinhar de forma bem detalhada e criteriosa as despesas que são criadas em torno da organização, principalmente criar divisões, entre as despesas físicas (gastos pessoais) e as despesas jurídicas (gastos da empresa).

O faturamento de uma organização não pode significar a base total de entradas ou receitas geridas pela organização em termos de fluxo de caixa, pois deste valor total muitas entradas já podem ter acontecido à vista, em espécie e já não poderão ser contabilizadas no contas a receber, por exemplo. Questões como essa precisam estar claras e transparentes, a fim de que haja entendimento financeiro, visão financeira, por parte do empreendedor, para que não ocorram riscos altos e desavenças maiores do que as já ocasionadas pelo mercado concorrente e por crises econômicas inesperadas.

A forma de controle financeiro de um empreendedor deve antever a ocorrência das despesas, ou seja, antes de seu acontecimento efetivo, a despesa deve estar prevista em seus relatórios de controle e não ser apresentada somente no momento em que significará uma saída de caixa. Saídas de caixa não monitoradas ou não acompanhadas representarão saldos negativos para a movimentação de fluxo de caixa da empresa, o que poderá acarretar prejuízos no final do mês. Caso isto aconteça, estará mais do que explícito de que não houve a devida contenção desses fluxos para impedir o prejuízo financeiro antes do fechamento do mês.

3) Conhecimento: o conhecimento tem sido a base central de nossa sociedade atual, em todas as áreas, e é ele que tem regido as decisões dentro das empresas. Torna-se essencial para os empreendedores o aprofundamento em termos de conhecimentos administrativos e relativos às áreas de atuação, ou seja, informações referentes ao mercado em que suas empresas atuam. Existem muitas esferas de conhecimento para os futuros empreendedores, dentre elas, conhecimento geral, tecnológico e específico.

O conhecimento geral remete às questões mais globais, fatos e acontecimentos do mundo que trazem reflexos positivos e negativos para as organizações como um todo. Este tipo de conhecimento permeia a economia e política dos países, direciona os rumos do desenvolvimento e impacta as tomadas de decisão a todo instante. Os gestores empreendedores devem estar atentos a essas informações oriundas do direcionamento global a que estas questões são enveredadas.

O conhecimento tecnológico também condiciona as diretrizes e normas de uma organização, visto que todos os processos, procedimentos e tarefas, ou a grande maioria deles, são realizados ou executados através da tecnologia, cada vez mais presente nas organizações. Pode-se afirmar que os gestores e colaboradores que desempenham suas atividades e tarefas nas empresas têm se tornado “reféns da tecnologia”, a ponto de não conseguirem executar suas tarefas na ausência da tecnologia. As organizações, cada vez mais, estarão direcionadas à capacidade do desenvolvimento tecnológico, desde a simples emissão de uma nota fiscal, ao fechamento de um pedido ou venda por intermédio do e-commerce.

O conhecimento específico, por sua vez, capacita o empreendedor a ter discernimento de peculiaridades do seu setor, sejam estas normas e procedimentos legais, ou especificações e costumes do mercado ou setor da empresa. Este tipo de conhecimento facilita a integração da empresa no ramo de atividade e proporciona benefícios para o seu próprio desempenho.

4) Criatividade e inovação: a capacidade de criar e inovar deve ser uma característica presente para o perfil empreendedor. Atingir os desejos dos clientes é o que todos almejamos em nossas organizações. O fator principal está em reconhecer a maturidade de seu produto ou serviço, e decidir se é o momento apropriado para inová-lo ou retirá-lo do mercado.

Muitas organizações não bem sucedidas optaram por não inovar, acreditando que seus produtos, muitas vezes campeões de vendas no setor, não seriam “nunca” substituídos por quaisquer outros tipos de produtos semelhantes ou diferenciados. Essas decisões fizeram com que muitos produtos simplesmente deixassem de ser essenciais aos consumidores, e passassem a ser obsoletos em um curto espaço de tempo – muitos deles não são mais lembrados, hoje em dia.

A criatividade e a inovação são características da raça humana e sempre estarão presentes em nossa sociedade global, que busca incessantemente atender às necessidades de consumo e satisfação pessoal. Portanto, as empresas devem sempre estar atentas às alterações e modificações que ocorrerão devido a esse desejo que impulsiona o desenvolvimento das organizações.

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