Quanto podemos ter de autoestima para sermos mais respeitosos com nossos direitos?

Com todo esse movimento político e ético, fico pensando ao ouvir abusos e absurdos dos profissionais da política, nossos colaboradores, que pagamos tão bem e recebemos tão pouco.

Com todo esse movimento político e ético, fico pensando ao ouvir abusos e absurdos dos profissionais da política, nossos colaboradores, que pagamos tão bem e recebemos tão pouco.

O que faz nossos colaboradores que tem como meta zelar pelo nosso país e o seu desenvolvimento. Eles se distraem com o dinheiro público e esquecem nossa educação, nossa saúde, nossos impostos, nossa previdência e nosso país?

Ao ouvir a semana passada uma reunião dos deputados em Brasília gritando e insultando uns aos outros, pensei que o desrespeito é comigo e com você. Ou melhor, somos diariamente desrespeitados por "nossos colaboradores" em Brasília e nas prefeituras e governos.

Por que será que damos a grande permissão para sofrermos abusos éticos, morais e econômicos de homens que escolhemos para cuidarem de algo tão precioso como nosso País?

Será que temos tão baixa auto estima para permitirmos atitudes desrespeitosas independente da ideologia partidária, a nossa abertura para abusos está ligada à nossa consciência emocional e psicológica?

Sinto quando vejo uma cena como a que vi em Brasília, senti que minha autoestima estava abalada. Permitir-me a pagar contas sem solicitar uma postura ética, moral e digna que acredito que mereço assim como vários brasileiros e seres humanos.

Estou cada vez mais crente que a mudança na postura dos nossos colaboradores de Brasília mudaria se mudássemos a nossa auto estima.

Pois quando um profissional comete um ato ilegal denota que ele próprio é desprovido de uma auto estima equilibrada.

Quando alguém acha que pode ter benefícios sem méritos e realização é um grande sinal de baixa auto estima.

Só quem tem autoestima em equilíbrio sabe respeitar o espaço do outro, capacidade que os nossos colaboradores políticos demonstram total ausência.

Invadem como se fosse natural o nosso espaço, o nosso bolso e nossa ética.

Será que seria útil pensar em como desenvolver nossa autoestima, começando pela atitude é como matéria na educação fundamental?

Afinal, pessoas com uma autoestima equilibrada reconhecem seus limites e coloca-se de tal forma que ninguém terá a permissão de cometer abuso ou desrespeito.

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