Quando as coisas acontecem e você nem percebe

Enxergar a realidade é atributo de muitos, porém compreendê-la é virtude de poucos.

Num dia em que o Brasil viu valer a máxima de que ninguém é intocável neste país, chamou a atenção a polarização entre grupos que são contrários ao lulopetismo e grupos financiados por este.

Já não é de hoje que tal polarização vem ocorrendo. Tal divisão estrutural da sociedade ganhou envergadura durante as eleições presidenciais de 2014, quando a então candidata Dilma alimentou na cabeça de sua militância e tentou vender ao restante do país a lógica de que o Brasil se resume a "nós contra eles".

Passado esse momento, tal polarização ganhou mais força com o discurso de posse de Dilma, no qual ela dá a entender que existe um "inimigo interno" a ser enfrentado, algo que muito se assemelha à Doutrina de Segurança Nacional que fomentou o surgimento das ditaduras militares na América Latina entre os anos 1960 e 1980.

Hoje, diante da possibilidade de extinção do lulopetismo no país e, por conseguinte, do esvaziamento de poder do Foro de São Paulo na América do Sul, eis que ressurge Lula com o seu discurso de vítima das elites, com as quais sempre coexistiu enquanto Presidente e cuja relação "amigável" motiva as investigações em curso contra ele.

Não obstante tal campanha de vitimização, Lula ainda incita sua militância ao ódio. Quem conhece tais grupos, sabe que se trata de movimentos financiados e doutrinados com o propósito de, se for possível, "fazer o diabo" para assegurar o projeto de perpetuação no poder que o lulopetismo vem tocando.

Diante do exposto, e dado que o país se encontra numa letargia política, econômica e social, não é prudente, sábio e altruísta para um cidadão que se importa com o futuro de seu país calar-se e/ou omitir-se diante dos fatos. Cabe à sociedade dar uma resposta a esse discurso de ódio que Lula tem fomentado em seus "exércitos". Para tanto, é necessário, de maneira pacífica e organizada, sairmos às ruas para defendermos o Estado democrático de direito, o combate à corrupção e o impeachment ou cassação (o que vier primeiro) dos que estão no poder.

Ademais, é preciso que apoiemos o esforço que Sérgio Moro, MPU e Polícia Federal têm realizado para expurgar esse mal chamado corrupção que assola o Brasil há décadas e que viu no lulopetismo terreno propício para crescer e se irradiar.

Dessa forma, fica o convite: todos nas ruas antes, durante e depois do dia 13 de março. Caso contrário, muitos de nós teremos que sair às ruas depois para procurar emprego e/ou assistência social.

Um forte abraço a todos e fiquem com Deus!

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