Café com ADM
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Qualificação ou Quantificação do Trabalho?

Parece simples esta questão, ao menos nos meios em que encontramos alguma cultura. Mas surpreendentemente nos deparamos, e com que facilidade, com empresas públicas e privadas que agem na contramão dos avanços administrativos. Aqui não se irão tecer longas linhas, daquilo que todos estão cansados de saber. Apenas apresentaremos um exemplo de anacronismo. Com muito êxito encontramos empresas que instituem para seus colaboradores (funcionários) o horário único, aquele das seis horas de trabalho. E ao longo dos primeiros tempos detectaram um sensível aumento da produtividade, por vários fatores agregados. Dentre um destes valores, notou-se que os colaboradores passaram a ter uma elevação na qualidade de vida. E consequentemente menos ausências ao trabalho, devido a motivos de doenças diversas. Há, entretanto, empresas que por falta de visão de seus atuais administradores acabam resvalando entre os avanços conseguidos e os retrocessos danosos. Um claro exemplo é o que vem ocorrendo no Estado de Santa Catarina, no Poder Judiciário. Não se preocupando com o bem estar de seus funcionários, encerrou-se o ciclo de seis horas de trabalho. Em período único. Voltando ao estilo, já mofado, das oito horas diárias e dividido em dois períodos. Esta medida é ao menos equivocada e extremamente reacionária, pois desconsidera o fato de que seus trabalhadores irão gastar mais com alimentação, transporte e outros itens. Fazendo-os mais sensíveis a realidade de seus péssimos salários (Um dos menores do Brasil). (Neste exemplo, não necessitamos explicitar a conseqüente queda da qualidade de vida, e como conseqüência futura, do trabalho).
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