Qual o tamanho da crise?

Descubra a situação pela qual o País está passando e como se portar nela

Muito tem sido falado recentemente sobre a situação econômica do Brasil, qual sua causa e qual a saída.

Assim, essa postagem tem a finalidade de expressar a opinião de seu autor, que não é filiado a nenhum partido e que entende que a situação não seria muito diferente qual fosse o candidato vencedor nas eleições de 2014.

Vamos começar com uma história...

Era uma vez um vendedor de pipoca de beira de estrada chamado João. Ele tinha diversas placas na rodovia que diziam "A melhor pipoca da estrada à 1km", "Não percam a melhor pipoca da estrada, em 500m", "Desacelere, você está chegando na melhor pipoca da estrada em 100m".

Comprava milho de boa qualidade e vendia muitas pipocas, ganhando um bom dinheiro com isso. Suas vendas eram tão boas, que ele mandou seu filho Pedro estudar na melhor universidade de administração do mundo.

O filho foi e voltou formado, com informações muito importantes sobre o que acontecia no mundo dos negócios. Chegou para seu pai e alertou:

- "Pai, a crise está feia, vamos ter que cortar gastos."

- "Mas as vendas de pipoca nunca estiveram tão boas", retrucou o pai

-"Pai, eu estudei na melhor universidade do mundo. Ouça meus conselhos, pois a crise está cada dia pior."

Então o Sr. João recolheu algumas placas e começou a comprar um milho de pipoca mais barato, começou a não entregar um guardanapo junto com o saquinho de pipocas e aumentou o preço em função da inflação, seguindo as orientações do seu filho.

O movimento diminuiu, os clientes começaram a não mais voltar, reclamavam do preço e da qualidade da pipoca e o Sr. João teve que abandonar o seu negócio. Quando fechou o barraca de pipocas no último dia, disse: "Realmente, meu filho estava certo. A crise está grave, mesmo. Que bom que ele me alertou".

Essa história serve para relatar o quanto o medo pode intensificar uma crise. E o medo, na opinião desse blog é o maior potencializador da situação econômica desfavorável que o Brasil está vivendo.

Mas, voltamos à nossa situação econômica.

Historicamente, o Brasil investe (em estradas, indústrias, portos, aeroportos, etc), em média, menos de 20% do PIB (Produto Interno Bruto - Conjunto de riquezas geradas dentro do País). Para termos um comparativo, a China, País que mais cresce no mundo, teve um investimento de 35% do PIB em 2000 e aumentou para 48% do PIB em 2013!

Sabe o que isso significa? Que há maior capacidade de produção e de escoamento dessa produção na China. Assim, quando há aumento nas vendas dos produtos, não há um grande impacto na inflação, pois as fábricas conseguem produzir mais para atender essa demanda, bem como não há um alto custo de transporte, por estradas mal cuidadas, por exemplo.

No Brasil, esse investimento é muito baixo e fez com que o crescimento econômico vivido na última década, com juros baixos e com grande aumento no consumo, gerasse uma grande pressão na inflação.

Em 2012, a taxa Selic teve o menor valor na história brasileira, 7,25% a.a. Uma excelente oportunidade para crescimento sustentável do País, aumentando investimentos. O que aconteceu, no entanto, foi um crescimento apenas do consumo, sem que houvesse por parte de empresas e governo, investimentos que tornassem essas vendas sustentáveis, sem inflação.

Muito se fala sobre a velocidade das ações de uma organização, e quando esse assunto vem à tona, o que se tem em mente é que a empresa rápida é a descentralizada.
A descentralização pode ser entendida como uma parte do poder do pMuito se fala sobre a velocidade das ações de uma organização, e quando esse assunto vem à tona, o que se tem em mente é que a empresa rápida é a descentralizada.
A descentralização pode ser entendida como uma parte do poder do presidente da empresa, distribuído os homens da linha de frente, que por sua vez são treinados para pensarem como a direção, com isso é gerado uma rapidez nas tomadas de decisão.

Notem porém que se houver qualquer desalinhamento das ideias do gestor com o que se pensa a direção da empresa, certamente o mesmo perderá sua credibilidade ou até mesmo o trabalho.

Muito se fala sobre a velocidade das ações de uma organização, e quando esse assunto vem à tona, o que se tem em mente é que a empresa rápida é a descentralizada.
A descentralização pode ser entendida como uma parte do poder do presidente da empresa, distribuído os homens da linha de frente, que por sua vez são treinados para pensarem como a direção, com isso é gerado uma rapidez nas tomadas de decisão.

Notem porém que se houver qualquer desalinhamento das ideias do gestor com o que se pensa a direção da empresa, certamente o mesmo perderá sua credibilidade ou até mesmo o trabalho.

Eis que surge então a pergunta: O que está de fato descentralizado, o serviço ou as decisões?

Avaliando por exemplo uma reunião dos líderes da empresa com a direção, entende-se que a principal tarefa do gestor é mostrar os melhores caminhos a serem seguidos, como, onde investir, quem contratar, quem demitir e como e o que produzir, porém a decisão final, “embasada na pesquisa do gestor”, será da direção.

É claro que em alguns casos são dadas cartas brancas para agir, porem sempre dentro de uma filosofia e modelo capitalista que é: Produzir mais com menos.

No entanto esse é o mundo, pesquisar, estudar e deixar tudo preparado, para que quando a decisão tomada, embasada em seus conhecimentos surtirem efeito, você será o novo promovido a “fazer mais”.

Eis que surge então a pergunta: O que está de fato descentralizado, o serviço ou as decisões?

Avaliando por exemplo uma reunião dos líderes da empresa com a direção, entende-se que a principal tarefa do gestor é mostrar os melhores caminhos a serem seguidos, como, onde investir, quem contratar, quem demitir e como e o que produzir, porém a decisão final, “embasada na pesquisa do gestor”, será da direção.

É claro que em alguns casos são dadas cartas brancas para agir, porem sempre dentro de uma filosofia e modelo capitalista que é: Produzir mais com menos.

No entanto esse é o mundo, pesquisar, estudar e deixar tudo preparado, para que quando a decisão tomada, embasada em seus conhecimentos surtirem efeito, você será o novo promovido a “fazer mais”.

residente da empresa, distribuído os homens da linha de frente, que por sua vez são treinados para pensarem como a direção, com isso é gerado uma rapidez nas tomadas de decisão.

Notem porém que se houver qualquer desalinhamento das ideias do gestor com o que se pensa a direção da empresa, certamente o mesmo perderá sua credibilidade ou até mesmo o trabalho.

Eis que surge então a pergunta: O que está de fato descentralizado, o serviço ou as decisões?

Avaliando por exemplo uma reunião dos líderes da empresa com a direção, entende-se que a principal tarefa do gestor é mostrar os melhores caminhos a serem seguidos, como, onde investir, quem contratar, quem demitir e como e o que produzir, porém a decisão final, “embasada na pesquisa do gestor”, será da direção.

É claro que em alguns casos são dadas cartas brancas para agir, porem semEntão o Sr. João recolheu algumas placas e começou a comprar um milho de pipoca mais barato, começou a não entregar um guardanapo junto com o saquinho de pipocas e aumentou o preço em função da inflação, seguindo as orientações do seu filho.pre dentro de uma filosofia e modelo capitalista que é: Produzir mais com menos.

No entanto esse é o mundo, pesquisar, estudar e deixar tudo preparado, para que quando a decisão tomada, embasada em seus conhecimentos surtirem efeito, você será o novo promovido a “fazer mais”.

Resumindo, perdemos uma oportunidade de aumentar nossos níveis de investimento, porém aumentamos apenas o endividamento, com o aumento do consumo. Como não havia estrutura e capacidade produtiva suficiente para essa demanda, passamos a ter uma inflação acima da esperada, o que gera um ciclo improdutivo para as finanças da nação:

- Inflação gera desconfiança externa;

- Desconfiança externa gera desvalorização do Real e consequente aumento do dólar;

- Para frear o aumento da inflação e a saída de capital estrangeiro, aumenta-se a Selic;

- Selic maior, gera crédito mais caro e maior custo de produção para as empresas;

- Crédito mais caro diminui investimentos (mais ainda) e gera mais desconfiança;

- Desconfiança gera medo e menor consumo (agravado pelo crédito mais caro);

- Menor consumo agrava o medo e gera demissões.

Chegamos onde estamos agora, com diminuição do emprego e com perspectivas de declínio no PIB. Essa situação não é boa, mas ela é agravada pelo medo.

Adicionalmente, vivemos uma crise política muito grave, com uma queda de braço improdutiva entre os poderes Executivo e Legislativo, por conta de investigações de corrupção. Que fique bem clara a posição desse blog de que todos os culpados sejam julgados e condenados dentro da lei.

Assim, vejo a resolução da crise política como sendo o primeiro passo para a solução da economia brasileira, que ainda precisa de ajustes para voltar a crescer.

DICA DO CONSULTOR

Não se deixe contaminar pelo medo, mas também, saiba adaptar-se à situação. A chave para passar por qualquer tipo de turbulência ou crise econômica é o planejamento. Planeje seus gastos e seus investimentos. Constituía uma reserva para emergências e oportunidades, pois elas virão.

E você? Qual a sua opinião?

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