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Publicidade Moral

A televisão é a principal mídia utilizada para publicidade, atingindo milhões de pessoas pode construir o sucesso e o fracasso de uma empresa em apenas trinta segundos. O profissional que elabora uma peça publicitária para televisão possui uma grande respondabilidade na mãos, e isso de certa forma lhe dá poder, afinal de contal é ele que vai sugerir um vídeo mais ousado, agressivo, algo poético, sentimental ou engraçado. Muitas vezes as empresas não percebem esse poder e acabam confiando no talento de um profissional publicitário. Aí está o grande problema, com liberdade de criação muitas vezes o publicitário extrapola os limites da moral e acaba ferindo a ética de grande parte do público alvo, uma brincadeira engraçada na televisão pode ofender muita gente gerando assim uma repercursão negativa da marca. Mas a situação também pode ser o inverso, quando um cliente já vai com um foco pronto para o anúncio, cabendo apenas ao publicitário criar um slogan ou produzir o vídeo, muitas vezes acontece da idéia ser horrível e até mesmo amoral, prejudicando assim a imagem do publicitário que assina a obra. Num mercado competitivo como o da publicidade tudo tem que ser feito de forma dinâmica não havendo muito tempo para filosofar sobre limites morais, porém um pouco de paciência é importantíssimo para o sucesso nessa área, um contrato que irá trazer um retorno financeiro excelente pode acabar com a carreira de alguém se este acabar ferindo a imagem do profissional publicitário. Portanto muito cuidado é importante, tanto por parte do contratante como do profissional contratado, ambos devem respeitar os limites morais da sociedade para que não acabem prejudicando seu parceiro
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