Por trás das Olimpíadas Rio 2016: as 3 medalhas que mais interessam

Os Jogos são uma oportunidade ideal para que os povos desenvolvam valores universais, que podem ser aplicados não somente ao esporte, mas à postura de vida, em geral

Os Jogos Olímpicos da era moderna se iniciaram em 1896, em Atenas, na Grécia; eles são muito mais do que uma corrida por recordes e medalhas; por trás deles, está o pensamento do barão francês Pierre de Coubertin, fundador do Movimento Olímpico. Como educador, ele viu nos Jogos a oportunidade ideal, para que os povos desenvolvessem valores universais, que poderiam ser aplicados, não somente ao esporte, mas à postura de vida, em geral.

O Lema Olímpico Citius, Altius, Fortius (do latim), que em português significa "mais rápido, mais alto, mais forte", proposto por Coubertin, na Criação do Comitê Olímpico Internacional, em 1894, reflete a eterna busca por excelência. A sua essência está na superação dos limites, que traz o apelo: para alcançar o objetivo, é preciso dar o melhor de si.

E agora? Os dizeres do lema olímpico não têm tudo a ver com a delicada e desafiadora jornada, com que nós vamos nos deparar, nos 365 dias deste ano, que está começando?

Ao assistir o espetáculo dos fogos, em Copacabana, a repórter ressaltou, várias vezes, que estamos entrando num ano, onde o Brasil, como primeiro país da América Latina, vai sediar os Jogos Olímpicos. Penso que ter orgulho é bom, fazer deste ano uma oportunidade, para alavancar a carreira nossa e do Brasil é melhor. O que fazer então?

Já sabemos que o Brasil tem outras prioridades, que os jogos vão enriquecer políticos corruptos, instituições gananciosas, como o Comitê Olímpico e empreiteiras, atrás de sobrefaturamento de obras, bem como que tudo virá uma bolha.

Mas, se não podemos impedir a sua realização, podemos aproveitá-la, para ganhar 3 medalhas de maior relevância, em nível individual e nacional.

Você pode notar que há mais do que apenas coincidências entre os desafios, impostos aos atletas olímpicos, e aqueles a serem enfrentados por nós, no nosso dia a dia; vamos entender isso melhor, por exemplo, no mundo dos negócios:

  • Em primeiro lugar, é preciso ser citius, correr mais rápido (do que o outro); estamos falando da luta do homem contra o relógio. Imagine provas de pista de corrida, raia de piscina, etc.; por exemplo, se você é um gestor, lembre-se: “No futuro, haverá dois tipos de gestores - os rápidos e os mortos”. (David Vice, Northern Telecom)
  • Em segundo lugar, é preciso chegar altius, pular mais alto/ir mais longe (do que o outro); a questão aqui é atingir um objetivo arrojado. Imagine provas, como salto com vara, salto em distância, etc.; por exemplo, se para você lidar com um projeto, parece como estar além ou acima das suas possibilidades, lembre-se que o sucesso pode ser alcançado, dependendo (apenas) de um extraordinário esforço mental, físico, emocional e espiritual.“O ser humano aproveita, em média, apenas 20% do seu potencial produtivo; logo, 80% estão latentes, hibernando”.(Anônimo)

  • Em terceiro lugar, é preciso ser fortius, mais forte (do que o outro); a questão aqui é se tornar vencedor, sendo mais persistente, resistente e resiliente; por exemplo, se você estiver atuando à frente de um negócio, lembre-se: “Os negócios são como uma bicicleta; ou você continua em movimento, ou cai”. (Frank Lloyd Wright - plagiado de De Gaulle).

Por que não buscar estas 3 medalhas, que trazem consigo o apelo de mudar nossa vida profissional e que podem mudar a cara do Brasil? Estamos falando de um processo de 3 fases:

Fase 1 - Desenvolver a determinação, coragem e persistência;

Fase 2 – Servir de exemplo e inspiração;

Fase 3 – Alcançar o sucesso – próprio e dos outros.

O que esperar então de nós, como grandes atletas: fazer a nossa parte, para poder cobrar da “elite”, que tem poder e dinheiro. Fazer do Brasil um vencedor!

Olimpíadas Rio 2016: por que não subir no pódio?

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