Pequenas empresas: como evitar a morte súbita?

Muitas pequenas empresas fracassam antes de completarem dois ou três anos de existência. Muitos dos fatores que levam à sua falência estão relacionados à má gestão e à falta de informações relevantes para a sobrevida da organização. Alguns se aventuram ao abrir um negócio sem ao menos conhecer e estar a par de conhecimentos necessários para uma boa administração.

Os fatores-chaves para a abertura de uma empresa são: a motivação e a determinação dos empreendedores, bem como o apoio de suas famílias; a habilidade e a experiência no assunto; os recursos físicos e financeiros disponíveis; o plano de negócios, a projeção dos custos, os balanços e os fluxos de caixa, além da obtenção de todas as informações necessárias para a criação da organização, como o tipo de empresa que será criada, as exigências dos estatutos, os seguros, o sistema de negócios e as suas competências.

O envolvimento e o compromisso de todos os colaboradores também é essencial. Todos devem estar unidos e focados no mesmo objetivo, participando nas soluções de problemas e dando sugestões, para que se sintam motivados e sempre criativos, mantendo a interação e a integração da equipe.

Entretanto, existem alguns erros comuns, que devem ser evitados, como a desconsideração e o otimismo no dimensionamento do capital de giro e das necessidades de capital. O orçamento empresarial é indispensável para uma boa administração e não deve ser esquecido e nunca subestimado. É preciso que exista um cronograma realista com certa margem de segurança, oferecendo maior estabilidade à empresa, equilibrando sua estrutura com sua estratégia de mercado. Além disso, deve-se evitar o máximo possível o desperdício, bem como o uso de elementos supérfluos, que causam gastos desnecessários à organização, evitando também a inclusão de investimentos não previstos (daí a importância do planejamento estratégico).

Lembre: correr riscos e aceitar iniciativas é normal e necessário para o desenvolvimento da empresa. Entretanto, é necessário medir suas consequências e, se preciso, repensar e recriar tal projeto antes de sua implementação.

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