Passivos trabalhistas

A relevância de uma estratégia preventiva para redução dos passivos trabalhista nas empresas

As empresas frequentemente são fiscalizadas pelas instituições federais, a fim de garantir os direitos dos empregados e a tributação exigida pelos governos. O passivo trabalhista é o resultado do não cumprimento dessas obrigações, além do não cumprimento das obrigações previstas na CLT. O Brasil é um dos países onde o passivo trabalhista é exuberantemente alto, devido à falta de uma gestão eficiente dos fatores que envolvidos.

O passivo trabalhista pode influenciar diretamente nos investimentos que a empresa deseja realizar em seu desenvolvimento, e preparar uma estratégia preventiva para evitar esses custos é essencial. Alguns procedimentos podem ser definidos já no momento da contratação do empregado como realizar exames de admissão corretos e preventivos de acordo com o cargo e função que esse irá executar integrar o empregado a todos os setores e ou departamentos, para que o mesmo possa entender um pouco como funcionam os processos dentro da empresa, realizar treinamentos de admissão e passar para ele uma cópia da descrição de cargo, afim do empregado conhecer qual será sua rotina e atividades.

Esse treinamento será muito mais eficiente, quando o gestor da área, junto com a área de segurança e medicina do trabalho estão presentes, manter o mural de informações atualizado, com informações importantes aos trabalhadores, como assuntos trabalhistas, previdenciários e sobre o setor que a empresa atua.

Acredito que a eficiência desses e outros processos/rotinas que envolvem todos na empresa, desenvolvidos estrategicamente, reduzirá e evitará os passivos trabalhistas que tanto consomem os recursos que poderiam ser destinados para o desenvolvimento das pessoas e consequentemente da mesma. Infelizmente uma boa parte das empresas não atenta para os processos/rotinas que direta e indiretamente está ligada a formação dos passivos.

Os gestores em geral, precisam entender que o passivo trabalhista pode começar no momento em que, ele, às vezes sem perceber, desrespeita ou humilhar seu subordinado. Esse chateado com a situação, que pode ser publica ou não, no momento da dispensar procura a Justiça do Trabalho, por meio de um advogado constituído, sanar sua revolta ou magoa, requerendo indenizações que às vezes não é devida pela empresa, mais, que ele requereu aos sentimentos citados.

Mesmo com a valorização das pessoas dentro das organizações, o passivo trabalhista ainda está longe de não ser um custo alto para as empresas, custo esse que, uma gestão bem definida, transparente e eficiente, aos cumprimentos legais e a forma de geri pessoas e processos, poderia reduzir e evitar.

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