O segredo da convivência: respeito

A convivência é uma prática que pode gerar inúmeros prazeres e aprendizados, adoro pensar que o maior deles é o respeito.

Respeitar a singularidade é ainda um desafio, quando consideramos os relacionamentos pessoais e profissionais.

Aqui quero te convidar a pensar que sempre temos a liberdade de decidir como desejo me relacionar com quem e quando.

Mesmo em família, é possível decidir quando e como se relacionar de maneira mais produtiva. Acompanhe!

Desenvolver relações duradouras e verdadeiras é um desejo permanente do ser humano, mas também um grande desafio, pois solicita o respeito de considerar as diferenças e as semelhanças sem querer mudar o outro.

Afinal, todo relacionamento traz implícitos expectativas e valores individuais que nem sempre são explicitados, principalmente quando avaliamos que os maiores conflitos em relacionamentos está no fato de deixar a comunicação pouco “clara”.

Mas onde a PNL (Programação Neurolinguística) entra nes­sa equação? Em muitos aspectos, a começar ampliando a percepção para identificar o propósito de um relacionamento, levando-as a questões como "para que quero me relacionar com esta ou aquela pessoa em especial?".

Como quero me relacionar?

Diferentemente do que se acredita, segundo a PNL podemos escolher se iremos ou não nos relacionar. Mesmo que este rela­cionamento aconteça dentro da minha família, posso escolher se quero me relacionar ou se desejo outros objetivos diferentes do relacionamento com determinadas pessoas.

Ninguém é obrigado a nada, podemos sim definir como será agradável desenvolver uma interação ou relacionamento.

Ao entender isso, você consegue simplificar a interação en­tre os membros da família. Observe que aqui as afirmações predeterminadas passam por uma movimentação, por ser “pai”, ele “tem que” se relacionar com o “filho”. Ninguém “tem que” novamente podemos realizar escolhas, como pai ou mãe pode ter um objetivo de desenvolver um relacionamento de amor.

Então, para sair desta armadilha de obrigatoriedades, a grande pergunta que a PNL estimula a nossa mente a fazer é:

O que você deseja desenvolver nessa relação?

Como você quer se relacionar?

O que esse objetivo trará para você?

Podemos então descobrir que um relacionamento depende de uma decisão individual e de um significado.

Ao refletir sobre cada pergunta, podemos descobrir que somos livres e responsáveis pelo jeito que estamos desenvolvendo os relacionamentos e convivência.

Descobrir que o poder de definir como será uma determinada convivência está em nossas mãos abre inúmeras possibilidades.

A PNL é a ciência que disponibiliza estratégias para melhor utilizarmos nosso cérebro, para cultivar bons re­lacionamentos, é importante reconhecer que o outro possui o direito e a liberdade de ser como ele desejar.

Identificar que o outro tem suas razões para se comportar de determinada forma é uma estratégia poderosa, pois exercita nosso cérebro a construir ca­minhos diferentes e que na maioria das vezes ainda são desconhecidos... Experimente avançar em novas trilhas com seu cérebro, pode ser muito divertido e produtivo!

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