O que um verdadeiro administrador faria à frente da Presidência da República?

O Brasil está vivenciando um período de recessão, causado por decisões erradas, por pessoas despreparadas e incompetentes. Pessoas que não tem o mínimo de coeficiente intelectual voltado para a administração

O Brasil está vivenciando um período de recessão, causado por decisões erradas, por pessoas despreparadas e incompetentes. Pessoas que não tem o mínimo de coeficiente intelectual voltado para a administração.

Nós, administradores do setor privado e, alguns do público, vemos os problemas e as crises, de forma completamente diferente daqueles que estão na máquina estatal. Nesse momento, quem não é de administração, deve está se perguntando, “mas como é que eles veem os problemas?”.

Neste que segue, quem é da área irá se identificar, e quem não é, poderá se inspirar.

A pergunta é: o que um verdadeiro administrador faria estando à frente do governo federal para enfrentar a crise, a recessão e todos os problemas que isso vem causando ao povo brasileiro? Pois bem, digo-vos que temos várias e maravilhosas ferramentas na administração que podem ser usadas como indicadores e nas tomadas decisões, das mais simples as mais complexas, mas não irei estender-me sobre essas ferramentas, mas sim nas ações posteriores.

O governo atual acredita piamente que aumentando os impostos, estará fazendo bem a economia para assim, resgatar, ou tentar cobrir o rombo que a corrupção causou ao nosso amado país. Estamos endividados. Frente a esse problema, como faríamos para resolvê-lo?

  • Primeiramente o administrador pensa em reduzir custos, na compra dos insumos, de forma a negociar melhores preços e prazos.
  • Na produção, criando soluções para que se reduza o desperdício, levando para quase zero.
  • Na logística, prospectando melhores empresas para transportar seus produtos até os distribuidores, fazendo assim, seus custos totais diminuírem, chegando ao consumidor final com o preço mais acessível, aumentando seu poder de compra.

Ações essas, que parecem bastante simplistas, no entanto, são bastante eficazes para qualquer negócio.

Caso nada disso ainda surta um efeito satisfatório, outras decisões devem ser tomadas como, corte de pessoal. É a decisão mais impactante em uma empresa, pois causa demissões de vários profissionais, mas medidas devem ser tomadas para reduzir os gastos da empresa, no caso do governo, os gastos públicos.

Enxugar ao máximo as contas para que possamos assim, gastar menos do que arrecadamos.

O governo atual não aprendeu e não vai aprender a fazer isso. Fato esse, está nos levando ao fundo do poço.

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